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22/08/2011 14:30

MPF pede que Justiça mande UFMS contratar professores em Corumbá

Marta Ferreira

Após receber reclamações dos alunos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) de que 14 disciplinas estão sem professor no campus de Corumbá, o MPF (Ministério Público Federal) pediu que a Justiça determine a adoção de providências para contratação de professores.

A ação com pedido de liminar foi protocolada na semana passada, no dia 15 de agosto. O juiz responsável pelo processo deu prazo de 72 horas para a UFMS se manifestar, antes de decidir sobre a concessão da liminar solicitada.

O MPF pediu para que seja determinada a contratação de professores para preencher as vagas nos cursos de História, Letras Português/Espanhol e Letras Português/Inglês, “de modo a suprir o déficit de horas-aula”.

Segundo o relato da assessoria de imprensa da Procuradoria da República no Estado, a UFMS chegou à situação de deixar de ofertas disciplinas em razão da falta de docentes.

A estimativa do MPF é de que são necessários, no mínimo, três professores com regime de trabalho de 20 horas semanais ou dois professores com 40 horas semanais para o curso e História. Além disso, é necessário um professor, com regime de pelo menos 20 horas semanais, para cada um dos cursos de Letras.

Caso não seja possível a contratação imediata de docentes de carreira, a solicitação é de contratação de professores substitutos, por tempo determinado, para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público.

Situação caótica-De acordo com o MPF, os acadêmicos do curso de História e Letras procuraram o órgão para solucionar o quadro precário de docentes nos cursos de Letras e História.

São seis disciplinas em História (25 horas-aula), quatro em Letras Português/Espanhol (09 horas-aula) e quatro em Letras Português/Inglês (10 horas-aula) sem docentes para lecionar. O resultado é a impossibilidade de cumprimento da grade curricular e o risco de alunos não conseguirem colar grau este ano.

As investigações realizadas pelo MPF revelaram que, este ano, duas matérias da graduação em História, que seriam ministradas por professores de outros cursos, deixaram de ser oferecidas. A UFMS, ao invés de contratar profissionais, mesmo que temporários, para suprir esta falta, decidiu, conforme divulgado pelo orgãom, “desmatricular” os acadêmicos, afetando 88 estudantes.

Em 2012, a situação tende a ficar pior, conforme o MPF, pois o curso de História deverá oferecer três novas disciplinas, além das ministradas.

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