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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

26/01/2012 14:05

Remoção de promotor de Corumbá fica suspensa até julgamento de recurso

Aline dos Santos

Remoção compulsória para o município de Coxim foi determinada pelo Conselho Nacional do Ministério Público

A remoção do promotor de Justiça, José Arturo Iunes Bobadilla Garcia, lotado em Corumbá, está suspensa até julgamento de recurso no Conselho Nacional do Ministério Público.

A transferência para o município de Coxim foi determinada pelo conselho, que abriu processo administrativo a pedido da Procuradoria-Geral do MPE (Ministério Público Estadual).

A defesa do promotor vai apresentar recurso dentro de cinco dias. “Acredito que em um mês, no máximo, será julgado”, afirma o advogado André Borges. Caso o Conselho Nacional do Ministério Público mantenha a decisão, ele vai recorrer ao STJ (Superior Tribunal de Justiça).

O processo administrativo contra o promotor tramita desde 2009. A conduta do promotor José Arturo Iunes começou a ser analisada após o MPE receber denúncias de que ele teria praticado crimes de corrupção passiva e prevaricação, entre os anos de 2006 e 2007.

Na decisão, consta que houve “fatos graves nas relações profissionais e sociais, devidamente caracterizados e objetivamente apurados”.

“Ele [o promotor] considera a decisão injusta e completamente ilegal”, afirma Borges.

A remoção é uma medida administrativa. Para concretizá-la, basta a publicação de uma portaria do MPE.

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Se fosse um servidor público NORMAL seria preso e demitido após o processo disciplinar,mesmo com advogado,já vi caso de um servidor ser da prefeitura ser demitido pelo prefeito da época que era e é ainda um ditador,fizeram uma armação para o servidor e o colocaram na cadeia e depois o demitiu, e todos os envolvidos para fazer a armação do flagante ganharam CARGOS...vamos reagir povo...
 
Mara freire em 27/01/2012 09:34:13
EU ACREDITO NO BRASIL , SEI QUE SOMOS PATRIOTAS CAPAZES DE VARRER A CORRUPCAO DE VEZ DO NOSSO PAÍS . HOMENS COMO ESSE , DEVERIAM SER EXONERADOS DE VEZ DO PODER E TER TODOS OS SEUS BENS CONFISCADOS PELA JUSTICA ... ISSO COM CERTEZA SERIA JUSTICA ... O BRASIL TEM JEITO , BASTA ACREDITAR-MOS QUE SOMOS REALMENTE UMA NACAO .
 
ANTONIO GONCALVES em 27/01/2012 04:03:45
Espero q a justiça seja feita. Não é transferindo ele de um cidade para outra q vai mudar o q ele fez. Ele sabe do q estou falando, mas n sabe o q é destruir a vida de pessoas honestas. Só Deus sabe o q sofremos até hoje.Pq só sabe o q é o carater de uma pessoa quem tem, isso só ficou para pessoas de bem. Pois sabem q n á dinheiro q compre. Para ele o q vale é o poder, mais o poder de DEUS é maior
 
Valdenira Freitas em 26/01/2012 10:02:09
Sem provas??? Hahahahahaha procura saber direito querido. :) vamos deixar na obra do senhor. Ele realmente sabe o que faz. Apesar que mudar de cidade nao muda o caráter de uma pessoa, e nem mudo o mal que ele fez. Lugar de criminoso é na cadeia Brasil!!!
 
Jayne freitas em 26/01/2012 08:33:23
Lugar de bandindo é na cadeia!! Tirar ele de uma cidade nao muda nada, se ele cometeu crimes em corumbá, pode fazer o mesmo lá. Eu sei de uma coisa a justisça de Deus nao falha!! E vamos esperar que ele vai ter o troco dele, por ter causado tanto mal na vida de uma família de bem. Não desejo o mal, apenas que page por tudo o que fez. Vamos mudar esse Brasil. Cheio de corrupção!!
 
Jayne Freitas em 26/01/2012 08:29:35
Cabe o denunciante a prova do crime,transferi-lo por denuncia é culpa-lo antes. Mas isso é o preço que se paga por ser corumbaense e incomodar gente grande,acontece o mesmo na policia de Corumba,basta uma denuncia e o policial é transferido mesmo sem provarem nada. Se for culpado coisa que não acredito,deveria ser licençiado do serviço público e não transferido,isso sim seria justiça.
 
arivaldo paiva em 26/01/2012 07:07:30
Se um empregado da iniciativa privada comete uma infração grave é demitido por justa causa. Um servidor público "normal" é apenado com demissão, após processo disciplinar assegurada ampla defesa. No presente caso, o promotor será removido compulsoriamente??? A Lei Complementar 72/94 prevê demissão para membros do MP que praticarem crime contra a administração (prevaricação). E ação penal, tem????
 
Luiz Henrique Silva em 26/01/2012 04:07:08
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