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20/07/2011 08:00

Rio Paraguai marca abaixo de 5m e sai da zona de atenção de cheia

Paula Vitorino

O rio Paraguai deixou a chamada Zona de Atenção de cheia e segue em franca fase de redução de nível, medindo menos de 5 metros na régua de Ladário. O nível baixou 70 centímetros nos últimos quarenta e três dias, segundo aponta a centenária régua de medição mantida pelo Serviço de Sinalização Náutica do 6º Distrito Naval. Em 7 de junho, quando iniciou a fase de vazante, a altura do rio estava em 5,62 metros e ontem media exatos 4,92 metros.

O nível abaixo dos cinco metros foi atingido no sábado (16), quando o rio Paraguai alcançou 4 metros e 98 centímetros na régua ladarense. A redução de nível para a casa dos 4 metros aconteceu antes do previsto pela Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM), ligada ao Ministério das Minas e Energia (MME). As projeções do órgão previam que o rio atingisse 4,99 metros somente em 22 de julho.

Pelas novas projeções, o comportamento do rio Paraguai segue a tendência de redução de nível. Cheia normal compreende de 5 m a 5,99 metros. Cheia igual ou superior a 6 metros é considerada como uma cheia grande ou super cheia.

As análises atuais da Companhia de Pesquisa apontam que, na estação Ladário, o rio Paraguai deve atingir 4,87 metros até o dia 22 de julho. Para o dia 29 deste mês, a altura deve chegar aos 4,73 metros. O primeiro prognóstico de agosto indica rio com altura de 4,59 metros em 5 de agosto e 4,47 metros no dia 12 daquele mês.

Segundo a CPRM, o rio Paraguai apresenta um hidrograma de enchente muito uniforme, com apenas um pico anual, próximo a Forte Coimbra, e por isso é possível prever os níveis do leito.

A propagação das cheias do rio Paraguai se dá ao longo de vários meses do ano, caracterizando o lento escoamento das águas no Pantanal. Ocorrem enchentes locais em diversas regiões, ao longo do ano, dependendo do regime de chuvas. Na região entre Cáceres e Cuiabá, o trimestre mais chuvoso estende-se de janeiro a março, com ocorrência de níveis d'água elevados em março.

Na sub-bacia do rio Miranda, o trimestre mais chuvoso estende-se de dezembro a fevereiro, com ocorrência de níveis elevados em fevereiro. Em Cáceres, as cheias ocorrem entre fevereiro e março, recebendo contribuições intermediárias a jusante, alcançam Corumbá, entre maio e junho, e Porto Murtinho, entre julho e agosto. De Bela Vista do Norte até deixar o território brasileiro, na foz do rio Apa.

(Com informações do site Diario Online)

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