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27/06/2016 08:10

Acordo de Lula com o Paraguai será pago pelos brasileiros

Mário Sérgio Lorenzetto
Acordo de Lula com o Paraguai será pago pelos brasileiros

Era 2009. O Brasil governado por Lula e o Paraguai, pelo padre, apóstolo da esquerda, Fernando Lugo. Lula assinou um acordo que aumentaria os ganhos paraguaios pela fatura da energia de Itaipu de um acréscimo de R$ 700 milhões anualmente. A megalomania tomava conta do governo brasileiro. Pertence a essa época a infeliz decisão de concorrermos para sediar as Olimpíadas. Despesas absurdamente elevadas para um país que mal respirava algum bem estar.

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Os cofres federais secaram. A crise está instalada. Não há dinheiro para pagar o Paraguai e centenas de outros compromissos. Viramos caloteiros. A conta recairá diretamente nos bolsos de todos os brasileiros. Até 2023 teremos um adicional na fatura individual de energia de pouco menos de 1% que irá para os cofres do governo paraguaio. O calote de 2016, criará outro percentual, ainda não divulgado, na conta de energia.

Acordo de Lula com o Paraguai será pago pelos brasileiros

Saída da Grã Bretanha da União Europeia é divórcio de rico.

Pobre divorcia em um dia. Rico, em muitos anos. Essa é uma regra mundial. Os desacordos entre a Grã Bretanha e os demais países constituintes da União Europeia levará anos. O "cônjuge" mais exaltado neste momento é o francês que poderá modificar a regra de alongamento das decisões.

Desde o estabelecimento do euro, lançado em 1999, havia um forte clima de insatisfação na União Europeia que contava com 15 países. Especialmente com os produtores rurais, seus queijos e vinhos passaram a sofrer as restrições de preço e qualidade de uma só lei válida para todos. Perderam a "liberdade". O clima piorou a partir de 2004. Nesse ano entraram na Comunidade Europeia 10 países empobrecidos que, antes, pertenciam à comunidade governada pela União Soviética. Piorou ainda mais em 2007, quando a Bulgária e a Romênia também aderiram. E para finalizar, em 2013, foi a vez da Croácia passar à comunidade dos ricos europeus. O final dos tempos ocorreu com a invasão dos "bárbaros" negros da África e do Oriente Médio.

A última pesquisa de opinião mostra um quadro desalentador para a unidade europeia. 71% dos gregos querem sair da União Europeia. 61% dos franceses querem seguir os passos da Grã Bretanha. 49% dos espanhóis também aspiram a saída da UE. 48% dos alemães lutam, nas manifestações de rua, por uma Alemanha branca e milionária somente para os netos do Terceiro Reich. 46% dos holandeses... Os números de adeptos à queda da União Europeia cresce assustadoramente. Via de regra são representados pelos partidos da extrema direita xenófoba. Imaginem a cara dos governantes sul americanos que estavam negociando tratados de união e "amor eterno" com a União Europeia. O passado monopolista cobra os exageros daqueles que sonharam com uma Europa totalmente unida, não importando seus custos. Os velhos egoístas deram as cartas.

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Uma nova tecnologia revoluciona os transplantes.

Junho de 2015. Em seus 26 anos, Lee Hall estava sedado na mesa de operações. Uma equipe médica preparava todo o necessário para transplantar-lhe um novo coração. Os cirurgiões estavam nervosos. O coração que estava para ser colocado em Lee não estava frio como estavam acostumados. Estava quente e, o mais incrível, pulsava na mão!

A operação de Lee foi exitosa. E tudo graças ao "Organ Care System" (OCS) um invento de uma empresa de Massachsetts denominada Transmedic que revive o coração doado e o mantem a temperatura corporal, nutrido e oxigenado, enquanto espera ser transplantado. O interessante dessa revolucionária tecnologia, que está englobada nas técnicas denominadas "perfusão quente", é que permite transplantar órgãos metabolicamente ativos. Uma estratégia muito mais eficaz que a anterior (ainda adotada no Brasil) de esfriar o órgão extraído do doador a 4 graus Celsius (hipotermia). A antiga técnica reduz a taxa metabólica em 90% para ganhar tempo até chegar a quem receberá o órgão. É muito limitada - entre a extração do órgão e o transplante a média é de apenas 6 horas.

Mas o coração não é o único órgão a ser transplantado com o auxílio do OCS. Já operaram transplantes de pulmões que estavam respirando normalmente fora do corpo do doador. Uma mulher sueca deu à luz com útero transplantado com o auxílio do OCS. Outro órgão reprodutor também passou pelo OCS. No Hospital Geral de Massachussetts, em princípios de 2016, Curtis Cetrulo e sua equipe conseguiram transplantar um pênis completo. A cirurgia demorou 15 horas e implicou a reconstrução de complexas estruturas vasculares e neuronais para que o órgão conservasse por completo suas funções urinária e sexual. A cirurgia, com auxilio do OCS, obteve êxito.

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Bumlai coloca Usina São Fernando à venda.

A usina de Bumlai deve à praça R$ 1,5 bilhão e está em processo de recuperação judicial. A usina têm capacidade para colocar no sistema elétrico 80 megawatts-hora. A área com plantio de cana soma 45 mil hectares, onde são colhidas cerca de 2,5 milhões de toneladas de açúcar por ano.

Como a usina tem capacidade para moer 4,5 milhões de toneladas de cana, a diferença de 2 milhões de toneladas é garantida por outros fazendeiros que não veem a cor do dinheiro há muito. A proposta da empresa contratada para o leilão da usina - consultoria EXM Partners - é de postergar os pagamentos. Os fazendeiros-parceiros da Usina São Fernando só receberão da empresa que adquiri-la.




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