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Campo Grande, Segunda-feira, 26 de Setembro de 2016

16/06/2015 16:15

Decisão do fator previdenciário será acompanhado por sindicalistas de MS

Renata Volpe Haddad

Aposentados, presidentes e coordenadores que fazem parte de sindicatos, estarão amanhã (17) em Brasília para acompanharem de perto a decisão da presidente Dilma Rousseff (PT) de sancionar ou vetar a Medida Provisória 664/2014, do fator previdenciário. A chamada 85/95 estabelece que, para se aposentar recebendo o benefício integralmente, os trabalhadores têm que somar o tempo de contribuição e a idade até atingir a marca de 85 para as mulheres e 95 para os homens.

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A fórmula que altera as regras para o recebimento do auxílio-doença e da pensão por morte, impõe carências e tempo de recebimento conforme a faixa de idade do beneficiário, além de novas regras para o fator previdenciário.

De acordo com o coordenador estadual de Mato Grosso do Sul do Sindnapi (Sindicato Nacional dos Aposentados), Jânio Batista Macedo, todos os presidentes e coordenadores dos sindicatos dos aposentados do Brasil, vão se reunir amanhã em Brasília, para acompanhar de perto a decisão de Dilma. “Mobilizamos todo mundo para poder ver o que vai acontecer. Soubemos que a equipe econômica do governo está auxiliando para que ela vete a medida porque a Previdência Social não vai aguentar o impacto”, afirma.

Na prática, a fórmula 85/95 permite que os trabalhadores se aposentem mais cedo e com benefício integral ao qual tem direito do que pelo cálculo do fator previdenciário, que está em vigor desde 1994. Pelo fator, quanto mais cedo o beneficiário se aposenta, menor o benefício. A fórmula que vale agora, faz com que os aposentados percam de 37 a 40% do salário, e os reajustes são feitos com o valor da inflação.

Conforme Macedo, em 2010, a mesma medida foi apresentada ao então presidente Lula (PT) que vetou depois de ter sido aprovada pelo Senado. “Também ficamos sabendo que o Lula agora está orientando a Dilma para que ela aprove, já que a rejeição dela está grande. Se a medida for aprovada, será uma vitória muito grande”, explica.

 




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