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Campo Grande, Sábado, 01 de Outubro de 2016

20/11/2014 15:44

Entidade faz diagnóstico para gestão "enxuta e eficiente" de Reinaldo

Marta Ferreira
Jorge Gerdau, empresário idealizador do MBC. (Foto: Divulgação)Jorge Gerdau, empresário idealizador do MBC. (Foto: Divulgação)

“Enxuta e eficiente”. É assim que o governador eleito de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), define a máquina administrativa que quer para seu governo, que começa em primeiro de janeiro. Para alcançar esse objetivo, Azambuja está recebendo consultoria do MBC (Movimento Brasil Competivo), entidade idealizada por um dos empresários mais poderosos do País, Jorge Gerdau, da indústria do aço.

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Gerdau é conhecido, no meio empresarial e político, como um dos homens que, mesmo sem ter cargo público, tem influência inclusive sobre a presidente da República, Dilma Roussef (PT), em razão de seu conhecimento em gestão pública.

O governador eleito esteve com consultores do MBC nesta quarta-feira, em Campo Grande, e tem novo encontro amanhã em São Paulo, como parte do processo de elaboração de um diagnóstico da máquina pública estadual. Para essa radiografia, estão sendo usados os dados fornecidos pela atual administração, informou o governador eleito em entrevista ao Campo Grande News.

Azambuja tem nova reunião na semana que vem com representandes da entidade. (Foto: Alcides Neto)Azambuja tem nova reunião na semana que vem com representandes da entidade. (Foto: Alcides Neto)

Azambuja está confiante de que o trabalho vai auxiliar no objetivo de ter uma máquina de tamanho menor, mas com mais resultados positivos. Ele citou a experiência que o MBC já tem em ações do tipo, como por exemplo a consultoria prestada a quatro estados: Pernambuco, Bahia, Paraná e Minas Gerais, cujo resultado é uma economia conjunta de R$ 15 bilhões, para um custo de R$ 120 milhões nos estudos.

No Estado, já é certo que haverá redução no número de secretarias, com vistas a economizar recursos públicos e melhorar a eficiência da gestão. Hoje, são 15 órgãos.

Objetivos – Tal qual é feito nas grandes empresas, uma das medidas que Azambuja já sabe que serão adotadas, depois de feito o diagnóstico, é o estabelecimento de metas a serem cumpridas pelas secretarias. Cada pasta terá sua cota a cumprir, explicou o governador. 

O futuro chefe do Executivo de Mato Grosso do Sul também pretende estreitar relações com o estado mais rico do País, São Paulo. Nesta sexta-feira, na ida ao vizinho, tem reunião agendada com o governador Geraldo Alckmin, para discutir parcerias e projetos em comum.




Será que precisa tudo isso mesmo? ou será que já estão fazendo um pandemônio antes da hora; qualquer leigo que acompanha noticiários enxerga que o pacote de bondades que vai receber do atual governo, trata-se de um legitimo "cavalo de tróia"; mas para isso, não bastaria uma auditoria severa, buscar transparência e levantamento nos números da arrecadação estadual, em pelos menos nos doze últimos meses e depois buscar apoio em órgãos sérios como Ministério Público, Tribunal de Contas, e até a policia se necessário? Eu acho que se chegar sem dever favor ou sem vínculos ao passado, não vai precisar de tanto assim.
 
ARIete em 20/11/2014 16:11:55
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