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Campo Grande, Domingo, 25 de Setembro de 2016

30/01/2015 17:05

Estado fecha com déficit de R$ 395,9 milhões no último ano de André

Edivaldo Bitencourt
André encerrou mandato com as contas no vermelho (Foto: Alcides Neto/Arquivo)André encerrou mandato com as contas no vermelho (Foto: Alcides Neto/Arquivo)

A receita estadual cresceu abaixo do previsto e as contas do Governo fecharam 2014, último ano da administração André Puccinelli (PMDB), com um déficit de R$ 395,9 milhões. Os números do ano passado foram publicados na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.

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Conforme o relatório da gestão fiscal, assinado pelo secretário estadual de Fazenda, Márcio Campos Monteiro, as receitas somaram R$ 12,888 bilhões no ano passado, abaixo das despesas de R$ 13,283 bilhões.

A principal causa para o déficit foi que a receita ficou acima do orçado inicialmente, de R$ 12,089 bilhões, mas abaixo do esperado ao longo do ano passado, quando se projetou R$ 13,9 bilhões.

Apesar do déficit de R$ 395,967 milhões, o Governo fechou o último exercício com R$ 301,753 milhões em caixa. Neste montante, estão incluídos R$ 113,4 milhões de repasses federais, R$ 43,9 milhões do Plano Previdenciário, R$ 57,5 milhões em compensação ambiental e R$ 39,2 milhões referente ao Fundersul (Fundo de Desenvolvimento Rodoviário).

Gastos – A maior parte dos gastos foi com o pagamento de pessoal, R$ 5,154 bilhões. Os investimentos tiveram aumento de 33,9% no último ano do Governo do PMDB, quando passaram de R$ 1,285 bilhão em 2013 para R$ 1,721 bilhão no ano passado.

O volume total destinado ao pagamento de juros e para a amortização da dívida foi de R$ 1,047 bilhão. No entanto, apesar do valor expressivo, a dívida do Estado fechou em R$ 8,602 bilhões em 31 de dezembro de 2014.

Apesar do aumento, segundo o relatório, o Governo do Estado comprometeu R$ 3,825 bilhões com o pagamento de pessoal, sem contabilizar os encargos sociais. O valor corresponde a 47,26% da receita líquida, dentro do limite previsto na LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), que estabelece o máximo de 60% e o limite prudencial de 57%.




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