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Campo Grande, Domingo, 25 de Setembro de 2016

10/10/2014 16:20

Lojas de brinquedos reforçam pessoal e têm movimento intenso na Capital

Liana Feitosa
Lojas reforçam estoque e, em alguns casos, até sobra efetivo para atender a demanda. (Foto: Marcos Ermínio)Lojas reforçam estoque e, em alguns casos, até sobra efetivo para atender a demanda. (Foto: Marcos Ermínio)

"No Dia das Crianças, criança espera brinquedo. Quem quer dar roupa é pai e mãe", dispara Jefferson Torraca, funcionário da loja Paulistão, no centro de Campo Grande. Na loja, a procura por presentes para os pequenos nessa época chega a aumentar até 95% em relação aos primeiros meses do ano, segundo Torraca. E a realidade se repete na maioria dos estabelecimentos comerciais do ramo.

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Na loja Pirlimpimpim, é necessário dobrar o efetivo nesta época do ano para atender a demanda. "Contratamos o dobro de funcionários para atender a procura tanto no Dia das Crianças, quanto no Natal, datas que mais movimentam nosso setor", explica o proprietário Danilo Acorde. "Amanhã (11) e domingo (12) também abriremos para atender a grande procura", completa.

Doações - A solidariedade também ganha espaço nessa data. De acordo com Jefferson e Danilo, muita gente procura o comércio na expectativa de encontrar opções baratas e disponíveis em grande quantidade para presentear em ações sociais, orfanatos e escolas. "Ontem mesmo uma policial comprou com a gente 50, 60 carrinhos para fazer doação", conta Danilo.

A analista de qualidade Rosimar Oliveira, mãe de dois meninos, um de 2 anos e outro de 12, diz que a ocasião não passa em branco na casa dela. Este ano, Rosimar comprou mais um carrinho para a coleção do filho mais velho e um quebra-cabeça. Já o mais novo vai ganhar uma mesa com peças numéricas e alfabéticas para montar.

Mãe de dois meninos, Rosimar não deixa Dia das Crianças passar em branco. (Foto: Marcos Ermínio)Mãe de dois meninos, Rosimar não deixa Dia das Crianças passar em branco. (Foto: Marcos Ermínio)

"Sempre procuro comprar algo mais educativo pra eles", compartilha a mãe. "Arma de brinquedo, por exemplo, nunca comprei. Acredito que estimula a violência, acaba deixando-os agressivos, não é bom", pontua.

Para quem pensa como Rosimar e prefere brinquedos mais "tradicionais", é possível encontrar opções como piões de plástico, montáveis e colecionáveis, parecidos com o brinquedo utilizado no passado, de madeira em formato afunilado e com uma corda enrolada no topo.

Festas - Além de brinquedos, há quem prefira oferecer festas e brincadeiras ao ar livre, com pula-pula e piscina de bolinhas. Segundo João Paulo, um dos responsáveis pela empresa Hora de Brincar, próximo ao Dia das Crianças existe um aumento de cerca de 50% na procura pelo aluguel dessas opções de lazer, se comparado aos demais dias do ano.

"Essa é uma das datas que mais movimenta a empresa. Somos muito procurados por instituições de caridade, por exemplo, por organizadores de festas em igrejas também", afirma João Paulo. "Por causa do Dia das Crianças, estamos com a agenda lotada há praticamente 30 dias, mas como conseguimos atender até oito eventos em um mesmo dia, conseguimos gerenciar a procura", finaliza.




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