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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

09/04/2014 15:33

Grupo quer acabar com profissão de carroceiros, pelo bem dos cavalos

Ângela Kempfer
Página com petição contra carroças.Página com petição contra carroças.

O risco de uma lei que regulamente a atividade de carroceiros acionou uma liga de defensores dos animais em Campo Grande. A revolta é com o incentivo à atividade que explora a força dos cavalos, com o agravante do risco de maus tratos e abandono. O projeto já foi aprovado pela Câmara Municipal e agora depende da sanção do prefeito Gilmar Olarte.

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De forma espontânea, uma petição foi elaborada e compartilhada no site Avaaz, comunidade que reúne assinaturas para esse tipo de campanha. No documento, o grupo pede ao prefeito que não sancione a proposta, considerada um “retrocesso, uma verdadeira afronta aos que lutam em favor do bem estar dos animais”.

A defesa é pela extinção da atividade de carroceiro. “Precisamos abolir essa prática e criar condições dignas de trabalho para as pessoas que tiram sustendo da carroça, porém com outro tipo de veículo que não abuse do bem estar animal”, argumenta a petição.

De autoria do vereador Eduardo Romero (PT do B), o projeto tem como justificativa disciplinar o trânsito de carroças. Mas o parlamentar garante que não serão esquecidos os cuidados com o meio ambiente e com os animais. 

Mas para a jornalista Alexsandra Oliveira, que deu início á mobilização, a proposta não tem qualquer lógica nos dias de hoje. “Não tem cabimento aprovarem uma lei para regulamentar uma prática que traz tanto sofrimento para os animais. Imagine a situação deles: são submetidos a puxar uma carroça pesada, com uma carga absurda, no sol ou na chuva”, protesta.

Segundo ela, em várias ocasiões ficou claro o desrespeito à integridade animal. “Eu, pessoalmente, já vi esses absurdos. Cavalos carregando muito peso, apanhando para andar mais rápido. Em outro caso, chegamos a interceder quando vimos um cavalo amarrado numa cerca, exposto ao sol de meio-dia, sem água”, lembra.

Até a primeira-dama, Andréa Olarte, foi acionada na tentativa do grupo de barrar a regulamentação. Para Alexsandra, há outras formas de colaborar com o setor. “Se a Câmara quer fazer alguma coisa, por que não propõe um programa de inclusão social, de consciência ambiental e de qualificação profissional para esses carroceiros?”

Para quem concorda, a petição pode ser assinada aqui.




Torço para que o prefeito não aprove esse absurdo projeto da Câmara", chamo isso de projeto de quem não tem o que fazer. Além de judiar dos animais, já mencionado, também para o trânsito de Campo Grande que já está caótico, com tantos carros, motocicletas, bicicletas, pedestres, animais soltos nas ruas etc.etc. agora mais esse retorno ao atraso ao permitir tráfego de carroças.É um retrocesso. É voltar ao tempo do Epa. Não tenha medo prefeito de desagradar a Câmara, vote não ao projeto, porque a penalização máxima vai recair em cima dos animais maltratados. Governar não significa ter que agradar a todo mundo e a toda hora. Pense nos animais, que não vai poder contar com um fiscalizador sobre a maneira que seu dono vai lhe tratar. Prefeito, assine não ao projeto. Obrigado.
 
JOÃO ALVES DE SOUZA em 09/04/2014 18:15:01
Existem vereadores que não pensam nas consequências de uma lei desse tipo.Hoje, existem campanhas e mais campanhas e legislação pertinente de proteção aos animais e agora aparecem vereadores com essa proposição absurda?Será que não tem outra opção para esses carroceiros?Só porque é ano eleitoral aparecem com essa idiotice.Será que ninguém não viu ainda esses animais quando eram permitidos,levar chicotadas para galopar,excesso de peso nas carroças,ficando muitas horas sem comida e sem água, tudo isso com sol,chuva,só porque o dono desse animal acha que pode agir assim.? Reverbera, o animal é meu e ninguém tem nada com isso! Quem vai ficar atrás de cada carroceiro para fiscalizá-lo se pratica ou não maus tratos ao seu animal? Sou contra essa lei, tem que ter outra saída para os carroceiros.
 
JOÃO ALVES DE SOUZA em 09/04/2014 17:53:42
Essa é mais uma ONG que não tem o que fazer querendo acabar com uma classe de trabalhadores que ajudaram o crescimento de nossa cidade.Acham que cavalo não podem servir pra trabalhar. Não querem começar lá pela cavalaria do exercito, cujos cavalos são obrigados a desfilarem no 7 de setembro,sob o sol escaldante? Esqueçem que a historia nos ensina que foi um jumento que transportou Jesus?E esse vereador? Pra se aparecer quer criar mais empecilhos a classe dos carroceiros.Carroça que anda a 10km, 20km por hora, vai ter que ter licenciamento, emplacamentos,faixas reluzentes, cores padrão,CMC-carteira Municipal de Carroceiros, tudo ao custo de 1500,00 anual...PODE??? Deixem os carroceiros, charreteiros e catadores de papelão, deixem-os em PAZ. Vão encher o saco de outros! Tá doido!!!!!!!!!!!!!
 
Samuel Gomes em 09/04/2014 16:47:50
Galera, não sou a favor de que fiquem desempregados e nem que não tenham como se manter, mas, existem alternativas para o uso do animal. Um exemplo são as bicicletas adaptadas. E para auxiliar, a prefeitura poderia comprar essas bicicletas e parcelá-las para essas pessoas simples.
 
Alex Monteiro Higa em 09/04/2014 16:34:30
As motocicletas a baixo custo já tomaram o lugar das carroças puxadas por cavalo faz tempo, hoje em dia é até um crime voce fazer o cavalo puxar a carroça pra trabalhar, tem que extinguir a carroça, nos dias de hoje, carroça, só mesmo pra tirar fotografia. Se nós conquistamos a cada dia que passa uma vida melhor e mais confortável, nada mais justo que os cavalos tambem se beneficiem da tecnologia e trabalhem menos.
NÃO A CARROÇA!
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 09/04/2014 16:00:45
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