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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

09/04/2016 07:45

Estilista cria coleção de saias para homens pensando no clima de Campo Grande

Thailla Torres
Por enquanto, as sais são feitas somente por encomenda e ele envia para todo País. (Foto: Higor Blanco)Por enquanto, as sais são feitas somente por encomenda e ele envia para todo País. (Foto: Higor Blanco)

Não é de hoje que homens desfilam com saias por ai, tanto que os modelos tem um corte próprio para o corpo masculino. Seguindo essa tendência, um jovem estilista de Campo Grande decidiu arriscar e investir na produção.

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Formado em Design de Moda, Fabiano Siqueira, de 22 anos, lançou a primeira coleção de saias em dezembro de 2015 e agora já se prepara para a próxima leva de saias. "Sempre achei curioso o uso de saias, porque acompanhava a moda desde pequeno e hoje não é difícil encontrar homens usando a peça em São Paulo, por exemplo".

Mesmo sem um nome definido para a marca, ele conta que os modelitos já emplacaram entre os clientes e que se surpreendeu com as vendas. "Tudo é feito por encomenda e a produção do ano passado já está quase no fim", garante. 

Com corte mais reto e detalhes na altura do joelho, as saias masculinas, os modelos têm tecidos mais pesados, como flanela, jeans, brim e sarja. As peças variamde R$ 80,00 a R$ 120,00. 

Saias no estilo camuflado custam R$ 86,90 (Foto: Higor Blanco) Saias no estilo camuflado custam R$ 86,90 (Foto: Higor Blanco)
Saias plissadas com detalhe em xadrez, custa 99,90. (Foto: Higor Blanco) Saias plissadas com detalhe em xadrez, custa 99,90. (Foto: Higor Blanco)

Após uma pesquisa com o público masculino de Campo Grande, Fabiano decidiu arriscar na produção. "É uma peça que além de confortável, cabe super bem com o clima do nossa cidade. E eu sempre senti a dificuldade de encontrar a peça por aqui" explica.

Ele também defende o direito dos homens se vestirem de maneira mais livre e relata que já sofreu preconceito no lugar que deveria ser o mais libertário de todos. "Já usei no dia a dia, universidade e baladas. Mas o lugar onde mais senti preconceito foi na faculdade. As pessoas ainda estão um pouco fechadas em relação a isso".

Por enquanto, as peças são desenhadas pelo estilista, produzidas em Campo Grande e divulgadas pelo Instagram.

 




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