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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

16/02/2014 08:27

Grupo de motociclistas quer rodar o Estado no esquema "bate e volta"

Anny Malagolini
Capacete de motociclista tem até câmera de vídeo Capacete de motociclista tem até câmera de vídeo

Em um dia dá para percorrer muitos trechos se houver disposição para o vento no rosto sobre uma moto. Nos finais de semana, as viagens são curtas, mas frequentes para um grupo criado em Campo Grande, que começa a rodar o Estado no esquema "bate e volta".

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Quem lidera a turma é o empresário André Passos, de 44 anos. Motocilista há 22 anos, há cinco ele realizou o sonho de ter uma Harley Davidson, marca responsável por organizar esse tipo de passeio pelo mundo. "Faz parte do estilo e do contexto da marca", explica.

Dayse Passos, de 43 anos, é a companheira fiel na vida e na estrada do marido André. Cadeirante, ela se aventura junto ao esposo em todas as viagens.

E quando não segue o grupo de moto, ela viaja com o carro que o acompanha Segundo André, nada precisou ser adaptado para a esposa. “A motocicleta já vem com proteções laterais e foi a Dayse quem se adaptou a moto”, explica.

Cadeirante, Dayse vai enfrentar a estrada mais uma vez ao lado do marido. Cadeirante, Dayse vai enfrentar a estrada mais uma vez ao lado do marido.
Mesmo sem Harley, motociclista participa do grupoMesmo sem Harley, motociclista participa do grupo

A diversão é divulgada para quem tem uma Harley, em um grupo seleto onde o sócio adere assim que compra a moto de grife. Mas é aberta a qualquer interessado, basta entrar em contato com a concessionária.

O corretor de seguros Luis Carlos Dias, de 48 anos, tem uma Custon, da Yamaha, e pela segunda vez, vai seguir viagem com o grupo. “Não tive condições de comprar uma Harley, mas mesmo assim fui convidado. A ideia é curtir a estrada, independente de marca”.

Nos últimos dois anos, já foram mais de 20 viagens entre o interior do Mato Grosso do Sul e também dos estados de São Paulo e Santa Catarina. O grupo foi parar até em Assunção, no Paraguai.

A maioria é bate volta, mas também há passeios que exigem dormir longe de casa e viram "bate e fica". As mais curtas acontecem praticamente todos os finais de semana, já as longas costumam ser realizadas a cada dois meses.

A rota, segundo André, é escolhida pelos próprios membros do grupo e um carro de apoio da concessionária acompanha a viagem. "Não é cansativa e para evitar isso, a cada 200 quilômetro há uma parada rápida para descanso".

Na sexta, eles partiram mais uma vez, agora com Bonito como meta, em um "bate e fica" até este domingo.

Os motociclistas levam a sério os passeios, e as motos ganham conforto comparado a de automóveis. Para registrar tudo, Teruo Shinike, de 64 anos, e a esposa Suely Sena, de 56, instalaram microfones e uma câmera de vídeo no capacete dele, para gravar a aventura na estrada.

 




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