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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

23/08/2015 08:22

Por falta de opção, quem gosta de rave organiza excursão para curtir festivais

Lucas Arruda
Dj campo-grandense organiza excursão para rave de quatro dias na Chapada dos GuimarãesDj campo-grandense organiza excursão para rave de quatro dias na Chapada dos Guimarães

Quem curte grandes festivais de música eletrônica e vive em Mato Grosso do Sul sabe que para ir a um é necessário sair do Estado. Por isso, os que gostam do psy trance organizam caravanas para grandes raves em outros lugares do País.

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Aqui de Campo Grande, estão sendo organizadas duas caravanas, uma para a rave Alien Trip – In Space Forest, que será em setembro em Ipiguá, São Paulo, e outra para o Odara Festival, que acontece em outubro na Chapada dos Guimarães, no Mato Grosso.

Essa é a segunda vez que o DJ Artur Jorge Maecawa organiza uma excursão para o Odara Festival, que teve sua primeira edição em 2013.

Artur foi chamado para tocar, mas por ter sido um pouco em cima da hora, não pode ir, mas fez sua participação na segunda edição do festival, ano passado. Foi então que teve a ideia de organizar uma caravana daqui para a rave.

“Fomos em um ônibus lotado, com 44 pessoas, mas tinha muito mais gente de Campo Grande, que foram por conta própria. Das 500 pessoas que foram ao festival, mais de 100 eram daqui”, relata o dj campo-grandense.

Ano passado mais de 100 pessoas de Campo Grande foram ao festivalAno passado mais de 100 pessoas de Campo Grande foram ao festival

O DJ conta que voltou a Mato Grosso do Sul há cerca de cinco anos e percebeu que por aqui quase não havia raves. “Comecei a fazer algumas festas por aqui, mas de um dia só, nada muito grande”, lembra. "Aqui tem um público muito grande para este tipo de evento, as pessoas procuram, então começam a ir para fora", acrescenta.

O auxiliar administrativo Rafael Cruz foi com a caravana no Odara Festival do ano passado e gostou tanto que este ano retornará novamente, agora com a namorada. “Tive meu primeiro contato com o psy trance em uma festa numa chácara aqui na cidade, no meio do ano passado. No fim do ano fiquei sabendo da excursão, não ia deixar de ir, nunca tinha ido numa rave de vários dias”, recorda. O destino é outra vantagem, completa. “Não podia perder a oportunidade de conhecer um lugar tão lindo quanto a Chapada dos Guimarães.”

Depois de conhecer o mundo das raves com o namorado, a auxiliar administrativa Dayane Souza começou a compartilhar a paixão pelos festivais. “Em abril deste ano, fomos ao primeiro festival juntos, O Mundo de Oz. Foram cinco dias incríveis. Agora vamos ao Odara e tenho certeza que será mágico também”, enumera.

Já a estudante Fran Bastos ainda não tem certeza se irá, mas também foi no ano passado e deseja voltar. “Campo Grande já teve algumas raves legais, mas há muitos anos essa cena estava apagada. Ano passado foi tendo mais festas e as pessoas estão se interessando mais, sobrou uma grana e decidir ir no Odara. Foi incrível, agora quero ir em outras também”, conta.

Para os interessados, a excursão para o Alien Trip será no dia 19 de setembro e custa R$ 220 (1° lote). A festa começa no mesmo dia e dura até domingo. Serão 17 atrações internacionais e 24 nacionais no evento. Mais informações pelo telefone 9207-4556 ou pelo email Rcoutinhocg@gmail.com.

A excursão para o Odara Festival sairá aqui de Campo Grande no dia 8 de outubro e volta no dia 12 de outubro, pelo preço de R$ 420. A festa terá duração de quatro dias com diversas atrações. Mais informações pelo telefone 9608-6426.

Um dos motivos de irem ao festival também é conhecer os lugares onde acontecemUm dos motivos de irem ao festival também é conhecer os lugares onde acontecem



A questão não é só a falta de opção e sim a burocracia em conseguir se organizar eventos desse porte no nosso estado,pois acredito que MS tem tudo para ser uma das melhores rotas da musica eletrônica no cenário mundial pelas belezas naturais que temos no nosso estado.sei que a sociedade vê com outros olhos esse tipo de festa em que foi citada na reportagem ´´RAVE´´ mas eu particularmente não sigo esse termo que já está desatualizado a muito tempo em minha opinião eu procuro fazer festas nos modelos de festivais de arte e cultura que alem da música também temos exposições de artistas,trabalhos de conscientização em cuidar do meio ambiente não jogando lixo no chão,comidas naturais e vegetarianas.Emfim espero que Campo Grande procure evoluir e progredir como outras capitais do Brasil.
 
Artur Jorge Maecawa em 23/08/2015 16:56:37
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