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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

04/03/2015 06:47

Grupo no Whats uniu cozinheiros e agora chef quer montar associação em MS

Elverson Cardozo
Segunda reunião dos chefs para definir detalhes da associação. (Foto: Divulgação)Segunda reunião dos chefs para definir detalhes da associação. (Foto: Divulgação)

Foi de um grupo no WhatsApp que o chef de cozinha Marcílio Galeano, 33, teve a ideia de criar, junto com amigos, uma associação para os profissionais da área em Mato Grosso do Sul.

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A classe, argumenta, sempre foi muito desunida e esse projeto pode ser, talvez, um divisor de águas. O grupo, composto por pelo menos 20 pessoas, já teve duas reuniões.

A próxima será nesta quarta-feira (4), por volta da meia noite, horário em que a maioria está livre do trabalho. Juntos, eles vão sentar para conversar sobre o processo de criação legal da associação.

A ideia não é criar uma entidade só para quem tem o título de chef. “Tem que ser cozinheiro, trabalhar na área, dentro da cozinha, chefiando, e em restaurante. É porque tem muita gente que trabalha em casa e não consegue entender nossas necessidades”, justifica Marcílio.

O objetivo, reforça, é unir a classe e, o mais importante, promover qualificação por meio de palestras e treinamentos. Hoje, por exemplo, é difícil, segundo ele, encontrar garçons comprometidos, que encaram a função como profissão mesmo e não apenas como bico. “A gente está sofrendo com o atendimento. Eles não levam a sério”, reclama.

A reciclagem de profissionais também está na lista de prioridades. “Vamos montar um grupo de estudos. Eu, particularmente, estou estudando a Geração Y, conta.

Trazer chefs de fora também está nos planos. “Queremos trabalhar a parte do atendimento, falar de forma correta de atender, vender e as maneiras de sair de um problema”, comenta. Marcílio reforça que o projeto é é muito sério.

Com os colegas, as conversas em torno disso, brinca, “são olho no olho e faca por faca”. Não tem com ser diferente. A associação, quando formada, vai beneficiar não apenas os profissionais da área, mas o consumidor. 




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