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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

28/05/2013 08:37

Nenhuma fiscalização consegue barrar velocidade na Interlagos

Helton Verão
O máximo permitido no trecho é de 50 km/h Foto: Marcos Ermínio)O máximo permitido no trecho é de 50 km/h Foto: Marcos Ermínio)

Na avenida Interlagos, é só passar pela fiscalização eletrônica na esquina com a Spipe Calarge e os condutores pisam fundo no acelerador. Na via, principalmente no sentido a avenida Três Barras, todas as semanas são registrados acidentes pelo excesso de velocidade.

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“Impossível ficar com a porta aberta, o barulho dos carros é intenso. Acidentes aqui são constantes, fruto da imprudência dos condutores”, comenta a funcionária de uma loja de baterias na avenida.

A empresa, inclusive, já foi palco de uma grande tragédia há dois anos, quando em uma disputa de racha terminou com a morte de Seila Maria Oliveira Alfonso. Um dos veículos foi parar dentro do estabelecimento.

A vítima não tinha envolvimento com o racha, estava na garupa de uma moto, quando uma Caravan não conseguiu desviar e passou por cima de Seila. O outro veículo, um Chevette fugiu sem prestar socorro.

Depois disso, lombadas foram instaladas na esquina da com a sede do Rádio Clube Campo e também com a rua Ramalho Ortigão, próximo a avenida Gury Marques, mas não adianta, reclamam os moradores. Segundo eles, passados esses trechos, o velocímetro ultrapassa 100 km/h.

"Segunda-feira da semana passada cheguei para trabalhar e tinham arrancado minha lixeira e o poste estava torto. Deduzi uma colisão pelos estilhaços espalhados pela pista”, conta o empresário Pedro Barbosa Moreno, de 37 anos.

Ele defende mais sinalização na Interlagos entre a Spipe Calarge à Rita Vieira de Andrade. “Os acidentes acontecem na reta, ou seja geralmente estão acima da velocidade”, conta o empresário.

Morador do bairro Rita Vieira há mais de 10 anos, o marceneiro Francisco Vicente, de 54, já prevê mais problemas na via com a conclusão da obra de quatro conjuntos residenciais grandes. “Quando as pessoas mudarem para cá, o fluxo de pedestre irá ser muito maior. Se não houver algum plano para esse trecho, poderemos presenciar tragédias no futuro”, avisa o marceneiro.

De acordo com Francisco, é muito difícil atravessar a via com a velocidade que os carros passam. “Eu saio por um lado e sigo no mesmo o tempo todo aqui, nada de atravessar a rua”.

O Campo Grande News procurou a Prefeitura de Campo Grande para saber se existe algum projeto para inibir a alta velocidade no local. A assessoria respondeu que “a Agetran já detectou o problema de velocidade na via e já estuda um projeto para definir a melhor alternativa para solucionar a questão e reduzir a velocidade no trecho sentido Três Barras e oferecer maior segurança a motoristas e pedestres. No sentido oposto da via, próximo à rua Spipe Calarge já existe radar eletrônico."




Fui multado num maldito radar sem a mínima sinalização na saída para Sidrolândia perto da Coophavila 2, por que a Agetran dona das multas não faz isso por lá? Enche de radar e não sinaliza, quero ver neguinho pisar de novo, isso esses patetas não fazem, lugar que deveria ser bem sinalizado não é!
 
Junior Ferreira em 28/05/2013 14:21:41
Ja alertei na época que não fez sentido NENHUM colocar os radares 40 metros antes da rotatoria. Ali, os motoristas já reduziram a velocidade. Para fazer sentido, o radar teria que ser colocado na metade da reta, DEPOIS da rotatória.
No entanto, melhor ainda é acabar com as placas sinalizando radares, e usar radares MOVEIS e ESCONDIDOS, como em todo o resto do mundo. É o unico jeito de fazer motoristas respeitar velocidade em qualquer lugar, e não somente nos 15 metros onde tem o sensor.
Isso também vai resolver o problema das pessoas passando radares de 50 km/h a menos que 20. Com radar movel, todos simplesmente vão andar na velocidade certa no trecho inteiro. Ah, e seria bom a prefeitura respeitar o CBT: 60 km/h em avenidas (usando só radares), e 40 km/h nos bairros (com quebra-molas ali)
 
Marcos da Silva em 28/05/2013 13:46:02
A familia da Seila Maria cotinua em luto pela grande perda que tivemos... por causa de emprudencia, irrespossabilidade, bebados sem noçao. Estou sem minha maezinha,minha amiga, A cada dia que passa a dor so aumeta, a cada dia a saudade toma conta da minha alma do meu coraçao...desde quando perdi minha mae nao sei o q e sentir alegria de verdade. Escrevo um pouco da minha dor para que antes de qualquer um cometer a emprudencia no transito possa pensar q amanha pode ser tua mae a dor quem pode sentir é vc. dia 31/05 sexta- feira seria o aniversario dela.
 
Ladyane Oliveira em 28/05/2013 13:39:25
Com o autódromo interlagos, o cara, sei lá quem tem a brilhante ideia de colocar o mesmo nome na avenida... Pronto descobri o problema, quem não queria descer o pé na pista de interlagos... Os caras estão se sentindo no automobilismo profissional de velocidade... Mereço ou não mereço uma condecoração do prefeito pela descoberta???? Mudem o nome da avenida e ja reduz uns 30% na velocidade... kkkk
 
Gilson Ramos em 28/05/2013 12:52:30
Eu sugeria o sistema ANPR (Automatic number plate recognition) que é usado na Europa. O sistema le a placa do veículo em um ponto (por exemplo perto da Spipe Calarge) e depois le a placa novamente mais em frente (por exemplo perto da Vera Cruz). O computador automaticamente calcula a velocidade media do veículo e se for mais do que o limite, tira a foto e Agetran envia multa mais tarde. Agora quanto custa um negocio desses, eu nao sei.
Este sistema vem da Republica Tcheca: http://www.hellotrade.com/azd-praha/sectional-speed-measuring-system.html
 
Diego Silva em 28/05/2013 12:46:45
De um lado a secretaria de Obras constrói avenidas que mais parecem pistas de corrida. Logo depois, sem qualquer critério, limita a velocidade a 50 km/h. Por que não elevar o limite para 60 ou 70 km/h nos trechos retos e sem cruzamentos (e realizar fiscalização frequente, usando radares móveis)? Por que não limitar a velocidade a 30 ou 40 km/h nas proximidades de faixas de pedestre e cruzamentos?
 
Luiz Gustavo em 28/05/2013 11:32:18
Frequento o Radio ha 37 anos, com o progresso ficou lindo aquela região, porém,
colocaram um radar ao chegar na rotatoria, há necessidade urgente de colocar um redutor de velocidade entre a Spipe e Av Rita Vieira, mais ou menos na altura dos campos de futebol do Radio, não é só isso, precisa tambem eliminar os acessos tanto a direita, com esquerda, precisamos apreender trafegar entre rotatorias.
Precisa tambem, voltar urgente a rotatoria da joaquim murtinho com a marques do lavradio(Extra).

Fraternalmente.

Ramao Marcondes
 
Ramao Marcondes em 28/05/2013 10:52:04
Não só a Interlagos mas também a Rua Assunção próximo aos condomínios da PDG, paralela a ela, e a Avenida Rita Vieira que está sendo prolongada até a Guaicurus, que trará muito movimento da região da Universitária (Rua Vitor Meireles) também estão aguardando mortes acontecerem para que sejam tomadas providências pelas autoridades... basta 5 minutos nessas vias nesses pontos para constatar a velocidade absurda para as condições dessas
 
Cícero Antonio em 28/05/2013 10:51:49
nao é so na via tres barras,a gente nao conseue atravessar na esquina da rua alegria .com a interlago proximo universidade,
 
maria helena em 28/05/2013 09:29:21
Só tem uma solução.. se eles gostam de velocidade o municipio precisa de dinheiro para manter as vias transitaveis, então varios radares resolveria o problema dos dois lados. Simples assim.
 
silvia guimaraes em 28/05/2013 09:21:59
Em toda extensão há apenas uma faixa para pedrestre. A implantação de uma faixa perto da rotatória com a Spipe Calarge é urgente, está atrasada! Não há preocupação com pedestres ou ciclistas, é uma loucura só! Na Spipe perto da rotatória é comum empresários estacionarem seus carros em cima da calçada, um total desrespeito!
 
Jackeline Oliveira em 28/05/2013 09:17:43
"A Agetran já detectou o problema de velocidade na via e já estuda um projeto para definir a melhor alternativa para solucionar a questão e reduzir a velocidade no trecho sentido Três Barras e oferecer maior segurança a motoristas e pedestres." No tempo em que eles ficam estudando alternativas a vida de inocentes continuam em jogo. A vida humana não tem valor mesmo, esperam uma, duas, três pessoas morrerem para tomar alguma providência.
 
Bruno Miranda em 28/05/2013 09:08:28
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