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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

22/04/2014 16:28

Sobreviventes de acidente na BR-163 aguardam avaliação médica na Santa Casa

Bruno Chaves
Motorista e passageiro de caminhão ficaram presos às ferragens (Foto: Marcelo Victor)Motorista e passageiro de caminhão ficaram presos às ferragens (Foto: Marcelo Victor)

Dois sobreviventes do grave acidente que matou quatro pessoas na BR-163, saída de Campo Grande para Cuiabá (MT), ainda aguardam avaliação médica na Santa Casa da Capital. As colisões ocorreram por volta das 10h de hoje (22) a cinco quilômetros da Capital.

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Conforme a assessoria de imprensa do hospital, Claudemir Urias de Oliveira, 41 anos, e José Aparecido Barbosa Alves, 43, estão no setor de emergência da unidade aguardando avaliação médica.

A suspeita inicial do Corpo de Bombeiros e do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), que atenderam a ocorrência, era de que os dois tinham fraturas nos membros inferiores. Ambos gritavam de dores no momento do socorro.

Claudemir, que dirigia o caminhão da empresa G&A Engenharia, de Campo Grande, e o passageiro dele, José Aparecido, ficaram presos às ferragens após a colisão frontal com um Ford Focus, com placas de Nova Santa Rosa (PR). Os quatro ocupantes do carro morreram.

Acidente – Segundo os bombeiros, antes de bater na carreta, o Ford Focus atingiu de raspão o Fiat Siena. A carreta que vinha no sentido contrário foi atingida pelo Focus. Após o choque frontal, a carreta foi atingida na traseira por um Toyota Corolla, com placas de Araçatuba (SP).

O que foi confirmado até agora por meio do depoimento de testemunhas é que o motorista do Focus deslizou na pista e tentou frear para evitar o acidente. Os bombeiros acreditam que o motorista estava na velocidade compatível da pista e o óleo derramado na via tenha causado o acidente.

Anderson Luiz Bourscheidt, 30 anos, Osvaldo Hain, 57, Leoni Schulz, 19, e Miguel Pinheiro da Silva Filho, que não teve a idade descoberta, morreram na hora da batida. Conforme o Corpo de Bombeiros, Miguel só portava um documento que dizia que ele era instrutor de trânsito do estado vizinho. As vítimas tiveram os corpos dilacerados.




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