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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

15/06/2013 11:40

“Não se faz concurso pra passar, mas até passar”, ensina "guru concurseiro"

Aline dos Santos
Antes da remuneração dos sonhos, dica é fazer o concurso escada. (Foto: Paulo Francis)Antes da remuneração dos sonhos, dica é fazer o concurso escada. (Foto: Paulo Francis)

A depender do resultado de seu primeiro teste, o homem que é conhecido no Brasil como o “Guru dos Concursos” passaria o resto da vida bem longe de exames. Mas assumindo para si o lema que prega hoje, William Douglas não desistiu após levar “bomba” na seleção do Colégio Naval. Agora, com 13 concursos no currículo, sendo aprovado em sete, o juiz federal e professor universitário ensina o caminhos das pedras até a sonhada estabilidade e altos salários de  funcionário público.

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“Não se faz concurso para passar, mas até passar”, enfatiza o magistrado, que realiza palestra neste sábado em Campo Grande. E até a aprovação, o “concurseiro” precisa percorrer uma longa jornada. De acordo com William Douglas, a aprovação, em média, leva quatro anos de estudo. “Mas não tem regra. Pode levar cinco, seis, sete anos. Tem gente que desiste pelo tempo muito longo e está há dez anos desempregado ou num subemprego”, afirma.

Além de uma descomunal e capacidade de não desistir, o candidato precisa escolher as melhores “armas” para a batalha. Para escapar dos cursos de baixa qualidade que se aproveitam da febre de concursos, a dica é conferir o índice de aprovação. “E também o número de primeiros colocados, mas principalmente a média de aprovação. É claro que tem curso que inventa”, admite.

As orientações são de que o aluno observe se o professor dá atenção, se o curso é organizado, se as aulas começam no horário. Quanto ao dilema de deixar o emprego para praticar o ofício de “concurseiro”, o professor lembra que só estudar é melhor, porém a opção não é a realidade para a maioria das pessoas. “Só se tiver quem vai te sustentar sem te pressionar. Se não, o custo emocional é muito grande”, afirma.

Para quem estuda e trabalha, o fundamental é organizar o tempo de estudo e aprender a equilibrar qualidade e quantidade. “Não adianta estudar dez horas babando de sono. É melhor estudar menos e com qualidade, compromisso”, salienta. O professor alerta que na batalha das provas não existe o fator sorte. “Quem para de estudar, não vai passar”.

No caminho até o cargo dos sonhos, com remuneração acima de R$ 10 mil, o ideal é ir de escada. “Tem duas formas. O concurso do sonho e a escada. Faça algo mais próximo. Quem tem nível médio de escolaridade, começa a trabalhar, estuda e faz novas provas. Isso é o mais comum”, diz William Douglas, com a experiência de quem por cinco vezes esteve no primeiro lugar.

Serviço – A palestra “Como passar em provas e concursos” será realizada no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, a partir das 17h. O ingresso custa R$ 50 e pode ser adquirido no local do seminário.

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O tipo de comentário desse professor é deprimente. Na minha opinião fazer concurso para qualquer cargo é o mesmo que não ter ideal de vida. A maioria do povo quer ter estabilidade mesmo ganhando pouco. É essa estabilidade que faz o sujeito prestar um serviço imundo. Alguém gosta de ser desrespeitado ao utilizar um serviço público? Acho que não né, mas fazer concurso para prestar um serviço ruim parece que todo mundo quer!

Creio que empreender hoje é o melhor negócio. A falta de estrutura do serviço público, mesmo o federal, desanima qualquer cidadão que queira prestar um bom trabalho.
 
Thiago de Souza em 16/06/2013 19:37:36
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