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Campo Grande, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

14/06/2013 10:21

Fazendeiros de todo País vêm a MS reforçar protesto em Nova Alvorada

Jéssica Benitez e Aliny Mary Dias, de Nova Alvorada do Sul
Manifestação reúne produtores em busca de paz no campo (Foto: Marcos Ermínio)Manifestação reúne produtores em busca de "paz no campo" (Foto: Marcos Ermínio)
Fazendeiros divulgam movimento e adesivam veículos que passam pela rodovia (Foto: Marcos Ermínio)Fazendeiros divulgam movimento e adesivam veículos que passam pela rodovia (Foto: Marcos Ermínio)

Produtores rurais do Paraná, Maranhão e Rio Grande do Sul estão neste momento na manifestação ruralista em Nova Alvorada do Sul, 120 km de Campo Grande, juntamente com fazendeiros sul-mato-grossenses. Estima-se que 4 mil pessoas estarão no entroncamento das BRs 163 e 267 até o início de tarde de hoje para engrossar o manifesto que pede paz no campo, fazendo referência ao impasse entre índios e produtores devido a demarcação de terras indígenas.

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Uniformizados com camisetas estampadas pela frase “Onde tem Justiça tem espaço para todos”, os ruralistas distribuem panfletos e adesivam os carros e caminhões que passam pela cidade. Para passar o dia todo no local, eles montaram grande estrutura com palco, telão (onde vídeos relacionados ao tema ficam passando) e banheiros químicos. A senadora Kátia Abreu (PSD/TO) deve chegar ao manifesto até o final desta manhã. Ela é conhecida por lutar em prol de fazendeiros.

Vindo de Toledo, no Paraná, o produtor de frango, boi e milho, Carlos Thome, 73 anos, veio ao Estado se solidarizar com os companheiros de profissão. “Duas cidades ao lado da minha, Guaíra e Mercedes, também estão com impasse de demarcação, então considero importante esse apoio. Sabemos que não é culpa dos produtores em dos índios. É resultado do descaso do governo mesmo”, disse.

Oriundo de Bela Vista o fazendeiro, Arlindo Buss, 53 anos, produz gado de corte e leite e está na manifestação para auxiliar na panfletagem. “O objetivo é conscientizar e sensibilizar quem passa pela cidade. O que a gente queria mesmo era estar no campo produzindo, mas tomamos a decisão de virmos aqui em prol da causa”, argumentou. Para garantir segurança preventiva, 20 agente da PRF (Polícia Rodoviária Federal) e PM (Polícia Militar) estão no local.

Conflito - No início do mês, o presidente do Sindicato Rural da cidade, Osório Luiz Estralleoto, disse ao Campo Grande News que não há resistência em vender as terras ao Governo Federal. “Nós aceitamos vender as terras, desde que o governo pague o que é justo. Este impasse se arrasta há mais de 13 anos. Sabemos que os índios são vítimas de entidades que incitam a ocupação das fazendas”, justificou, fazendo referência ao CIMI (Conselho Indigenista Missionário) e Funai (Fundação Nacional do Índio).

Ao todo são 17 mil hectares reivindicados pela tribo Terena. A cidade foi palco de grandes discussões e conflitos que tiveram o auge no dia 30 de maio quando Oziel Gabriel, de 35 anos, foi morto durante o cumprimento de uma ação de reintegração de posse. Houve confronto entre os indígenas e policiais federais. Para tentar amenizar a situação uma tropa com 110 militares da Força Nacional está em Sidrolândia para patrulhar a região das fazendas e aldeias.

Resolução Financeira – Na avaliação do presidente da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul), Francisco Maia, o investimento feito no estádio Mané Garrincha, construído para receber os jogos da Copa do Mundo 2014 em Brasília, avaliado em R$ 1,2 bilhão, seria mais que suficiente para pagar terras indígenas demarcadas, incluindo todas as benfeitorias, e sanar o conflito entre índios e fazendeiros em Mato Grosso do Sul.

“Claro que é apenas uma estimativa, mas somando 70 mil hectares acredito que seja cerca de R$ 1 bilhão para que o Governo Federal pague o valor justo pelas terras dos ruralistas do Estado. Depende de região para região, pode ser que seja até menos”, disse.




Angelica Nunes, gostei do seu comentário, o que tem muito Angelica é os sem-vergonhas, sem-moral e políticos safados. Essa demarcação de terra vem rolando desde o descobrimento do brasil.
 
VALUCE LEAL LIGER em 17/06/2013 10:35:20
ta certo temos que faser valer nossos direitos
 
thariky-rodrigues em 14/06/2013 19:52:23
realmente no final do governo do FHC esta mamata e bagunça de sem terra estava acabando, mas aí veio o melhor presidente do mundo segundo os imbecis, e fez um pacto com o mst, virou o que está aí para todos verem, o mst cada vez achando que manda mais em tudo e agora os indios vindo de carona, mas tá tudo bem, o Lula foi o presidente que teve maior indice de aceitação na historia e a dona Dilma tá aí com mais de 60% de aprovação, não sei quem eles entrevistam, nunca me perguntaram nada sobre isso, mas a voz do povo é a voz de Deus e se o povo falou que eles são os melhores quem sou eu para ir contra, Viva o PT.
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 14/06/2013 17:58:46
Quem comprou suas terras legalmente, trabalha e produz com todas as dificuldades, agora está sendo expulso como se fosse bandido. Sem segurança jurídica nossas terras produtivas vão sendo invadidas por sem terras, índios e quilombolas. Não demora e as ameaças, invasões e a baderna geral invadirá as cidades também. Governos populistas e comunistas como Dilma e Lula, agradam os pobres num primeiro momento mas geram pobreza porque tudo vai sendo sucateado e ninguém mais quer investir com medo de perder tudo. Esse filme todos já vimos na Bolívia, Peru, Venezuela e até na Argentina. Quem sustenta nosso PIB e a comida barata ainda é a agropecuária e nem assim é tratada com respeito. O governo da Dilma será marcado pelo PIBinho vergonhoso mas o que importa para ela é ganhar a eleição.
 
Paulo Lemos em 14/06/2013 17:12:05
No MS, se fala em justiça , enquanto isso , índios invadem terras produtivas, colocam fogo em sedes, mangueiros , matam gado e nada acontece.
Mas esperar o que , em um país de , lulinha, Dirceu, Jenuíno,Renan, e Sarney.
Sem comentários, cadê a justiça?
 
paulo soares em 14/06/2013 16:48:38
aqui na minha regiao o indio é categorico em dizer: não queremos terra, queremos é ver nosso filhos estudar e se formar, pois o governo e a funai nao fazem nada para tirar o indio da miséria que vivem. Somente usam o indio como pretesto para continuar mamar na teta das verbas que dizem que sao destinadas aos indios.
 
ismael salgado fernandes em 14/06/2013 16:47:58
Já repararam que nesse governo Lula/Dilma, como cresceram a quantidade de sem terra querendo terras para depois vender(profissionais), Indios querendo terras, para ficar paradas sem produção, cidadãos querendo teto... enfim esse é o governo dos baderneiros e miseráveis. Uma Venezuela da vida o que fazer? Qual é o noso direito de cidadão trabalhador nesse pais?. Só temos uma unica saida é tirar o PT dai. Vamos lá? pensem nisso.
 
Gilmar Marques em 14/06/2013 15:55:37
Acho essa demarcação uma poca vergonha, os fazendeiros lutaram e lutam pelo
que tem, trabalham por isso, agora vem um índio e simplesmente quer tomar as terras, pra
que? plantar mandioca? isso trará retorno a sociedade, irá gerar emprego, trazer alimentação a nossas mesas, colocar nosso estado entre os primeiros em produção de grãos ou pecuária? vai ser terra jogada fora..
 
Kátia Costa em 14/06/2013 15:52:06
o Brasil está minado de aldeias, todas servindo de celulas para espionagem estrangeiras; acredito que se não venderam nossa patria, estão negociando, reage povo brasileiro.
 
jose silva dos santos em 14/06/2013 15:39:45
Concordo. Vamos Brasil!
 
Rachid Jalim Rábei em 14/06/2013 14:54:46
A Paz é fruto da Justiça.
 
Fábio Luis Siquera Miranda em 14/06/2013 14:16:13
Não bastasse os invasores de terra de índios do estado agora vem os importados?
 
João Crisóstomo de Campo Grande - MS em 14/06/2013 13:45:13
Eu não tenho terra.
Quero ser índio.
Como faço?
 
Jonathan Kuka Belludo em 14/06/2013 13:10:56
Embora os fazendeiros do MS sejam muito mal-educados, grosseiros e mortos de fome. Eu fico do lado deles, porque, depois que surgiu essa idéia de "demarcação de terra indígena, sem-teto, sem-terra, sem-emprego, sem-vergonha, sem-caráter, sem-tudo-o-mais,,," os fazendeiros perderam o direito de posse e a paz. Sou filha de ex-fazendeiro, e sempre ví o quanto é difícil não ter paz nem no campo.
 
Angélica Nunes Dourado em 14/06/2013 11:58:40
Estão certíssimos os ruralistas, pois os políticos estão omissos quanto aos direitos dos cidadãos. O mesmo devem fazer, lá em Brasilia, os contribuintes da previdência social, para que seja afastado a porcaria do fator previdenciário.
 
Edson Chaves em 14/06/2013 11:47:15
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