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05/12/2013 14:31

Meninas de 12, 14 e 16 anos eram estupradas há 9 anos pelo "pai"

Bruno Chaves

As meninas de 12, 14 e 16 anos, moradoras de Sidrolândia, eram abusadas pelo padrasto há nove anos, informou a conselheira tutelar Aide Barbosa. Juntas da mãe, uma auxiliar de limpeza de 50 anos, as adolescentes estão em uma Casa Abrigo da cidade, onde recebem apoio psicológico desde segunda-feira (2).

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De acordo com Aide, o homem de 48 anos é pai biológico da mais velha. As outras duas são frutos do relacionamento da auxiliar de limpeza com outro homem. “Depois que a mais velha nasceu, a mãe se separou, casou com outro homem e teve duas filhas. Tempo depois o casamento não deu certo e ela voltou para o primeiro marido. Os abusos começaram um ano depois desse retorno”, disse.

Após conversas com as menores e com a mãe, a conselheira tutelar concluiu que os abusos ocorriam há pelo menos nove anos. “Ele cuida das crianças há 10 anos. A menina de 14 anos disse para mim que ela era abusada desde os cinco anos de idade”, contou.

O homem costumava passar a mão nas meninas e fazer sexo oral. Com as garotas de 12 e 14 anos, os abusos ocorriam dentro de casa. Já com a jovem de 16 anos, os atos eram praticados aos olhos de quem quisesse ver. “Isso era todo dia. Os vizinhos viam tudo. Eles ficavam igual a um casal de namorados, de mãos dadas e dando beijos”, relatou Aide.

A garota maior, segundo a conselheira tutelar, foi a única que defendeu o homem. “Ela acredita que é certo uma filha manter um relacionamento com o pai. Ela acha que é normal o que aconteceu”, disse.

Reincidência e fuga do Rio de Janeiro – A família com históricos de abusos morava em uma cidade do interior do Rio de Janeiro. Conforme Aide, o Conselho Tutelar do município em que eles moravam ficou sabendo dos casos de estupro e acionou a polícia. Por causa desses fatos, eles fugiram para o interior de Mato Grosso do Sul.

Para a conselheira, a mãe das meninas só não procurou a polícia antes por medo. “Ela sofria muitas ameaças de morte. Ele dizia que ia matar até as meninas. A mãe começou a ficar muito perturbada e procurou até tratamento psicológico”, relatou.

Depois que começou a trabalhar na Prefeitura de Sidrolândia, a auxiliar de limpeza passou a conhecer outras pessoas e conversar sobre o assunto. Após isso, ela foi orientada a denunciar o caso. “No Rio, ela não tinha família. Só os parentes dele moravam lá. Aqui em Sidrolândia ela tem os parentes que moram em um distrito perto”, explicou.

Aide alerta as famílias que enfrentam problemas parecidos a procurarem a polícia. Ela ainda lembrou que outros casos de estupro de vulnerável aconteceram na cidade. “Está ocorrendo com frequência por ser um município de interior”, concluiu.

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Minha cara Adriana de Menezes. Você deve ser uma mulher forte, troncuda, enquanto que o animal chamado de pai deve ser um raquítico, um fracote, pois você fazer tudo isso no cara e ele não reagir...
Não apoio a atitude da mãe, em não denunciar o marido, mas, as vezes, o medo nos leva a fazer, ou deixar e fazer, algo que uma pessoa que não sofre tal pressão não pensaria duas vezes em fazer ou não fazer...
 
Jair Bastos em 06/12/2013 09:02:37
Meu Deus onde nós vivemos? Que mãe é esta que não defende suas filhas deste, eu castrava sem dó, ainda fazia ele engolir cru, jogava agua quente dentro do ouvido dele, pimenta dentro do nariz, fazia este arde de dor, mas com meus filhos não, não mesmo.
Esta é a única coisa que eu não esperava pela justiça dos homens, eu faria c minhas próprias mãos.
 
Adriana de Menezes em 06/12/2013 08:19:23
Que gente infeliz, vizinhos, mãe e esse Animal chamado de "pai" que deve no mínimo virar mulherzinha no xadrez e ser catrado logo em seguida.
 
Carlos Magno em 05/12/2013 16:24:37
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