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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

04/03/2015 14:47

Prefeitura tenta, de novo, encontrar interessado em construir sede da Câmara

Licitação sem nenhum concorrente na primeira etapa será aberta no dia 23; pagamento será o prédio ocupado atualmente pelo Legislativo

Helio de Freitas, de Dourados
Idenor Machado já admitiu que se nenhuma empresa se interessar pelo negócio a Câmara vai tocar a construção da nova sede (Foto: Arquivo)Idenor Machado já admitiu que se nenhuma empresa se interessar pelo negócio a Câmara vai tocar a construção da nova sede (Foto: Arquivo)

Após o fracasso na primeira tentativa de encontrar uma empresa interessada em construir a nova sede da Câmara de Vereadores de Dourados, a 233 km de Campo Grande, a prefeitura retomou a licitação e deu prazo até 20 deste mês para a retirada do edital. As propostas que eventualmente forem feitas serão abertas no dia 23, às 8h, no setor de licitação da Secretaria Municipal de Fazenda. Por lei, a sede da Câmara pertence ao município e cabe ao Executivo administrar esse patrimônio.

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A falta de interesse pode ser a forma de pagamento proposta no negócio. Quem vencer a licitação, terá de construir o prédio de quatro mil metros quadrados, avaliado em R$ 6 milhões, e receber como pagamento o prédio ocupado atualmente pelo Legislativo, localizado na Avenida Marcelino Pires, em área nobre da cidade. A nova sede será erguida em uma área pública, no cruzamento das ruas Coronel Ponciano e Joaquim Teixeira Alves.

Essa deve ser a última tentativa de encontrar um interessado no negócio. O presidente da Câmara, Idenor Machado (DEM), já admite fazer a obra com dinheiro que sobra do duodécimo, o repassa mensal feito pela prefeitura para pagamento de salário de vereadores e servidores e demais despesas do Legislativo.

Para construir o prédio – com auditório para 400 pessoas, plenário com sala de reuniões em anexo, espaço para 23 gabinetes e dependências administrativas e estacionamento no subsolo – Idenor já começou a guardar dinheiro. “Em 2014 economizamos R$ 2,6 milhões do duodécimo. Já devolvemos R$ 1,2 milhão para a prefeitura e depositamos R$ 1,4 milhão. Estamos com esse dinheiro reservado para começar a obra, caso não haja interessado na permuta”, explicou o presidente que ocupa o cargo pela terceira vez consecutiva.




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