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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

21/05/2015 14:30

Professores estaduais de Dourados vão defender greve em assembleia da Fetems

Helio de Freitas, de Dourados
Professores de escolas estaduais de Dourados durante assembleia nesta quinta-feira (Foto: Divulgação/Simted)Professores de escolas estaduais de Dourados durante assembleia nesta quinta-feira (Foto: Divulgação/Simted)

Professores e servidores administrativos de escolas de Dourados, a 233 km de Campo Grande, aprovaram na manhã desta quinta-feira uma greve por tempo indeterminado na Rede Estadual de Ensino em protesto contra o governo do Estado.

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A decisão foi tomada em assembleia no Simted (Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação) e será levada para a assembleia da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), marcada para amanhã, na Capital.

Categoria cobra acordo – De acordo com a assessoria do Simted, a greve foi aprovada devido à decisão do governo de Mato Grosso do Sul de adiar para 2022 o piso de 20 horas semanais, contrariando acordo com a administração estadual anterior, de que o valor seria pago integralmente a partir de 2018.

A diretoria do sindicato douradense informou que os educadores recusaram a proposta e vão defender na assembleia da Fetems a posição tomada hoje em Dourados, para que o governo cumpra a lei. “A política do atual governo está fragmentando a luta da classe trabalhadora e se aceitarmos teremos consequências desastrosas para o conjunto dos trabalhadores no Estado”, afirmou Gleice Barbosa, do Simted.

Os professores anunciaram que vão aderir à paralisação nacional do dia 29 deste mês contra o projeto de lei da terceirização e incluir as reivindicações da categoria na pauta do protesto.

Proposta do governo – Nesta semana o governo do Estado propôs reajuste de 4,37% em outubro deste ano e a integralização do piso dos professores até 2022. Em janeiro de 2016, a administração se compromete a fazer a correção anual do valor.

O presidente da Fetems, Roberto Magno Botareli Cesar, considerou a proposta viável, mas afirma que o ideal seria aumento de 10,98% agora e o restante em seis anos. Entretanto, a proposta não contempla os administrativos.




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