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Campo Grande, Terça-feira, 27 de Setembro de 2016

30/10/2014 16:50

"Melhor índice é 27%", diz secretário antes de reunião sobre IPTU

Liana Feitosa e Priscilla Peres
André Scaff participa de reunião com vereadores nesta tarde. (Foto: Arquivo)André Scaff participa de reunião com vereadores nesta tarde. (Foto: Arquivo)

O secretário Municipal de Receita, Ricardo Vieira Dias, o de Planejamento, Finanças e Controle, André Scaff e o adjunto da pasta, Ivan Jorge, estão reunidos com parlamentares, na Câmara de Vereadores, para definir o reajuste do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) da Capital para 2015. A prefeitura, segundo Scaff, avalia como melhor índice o de 27%.

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Um cálculo prévio feito pela Seplanfic apontou que o aumento será em torno de 18% e 23%. Segundo Scaff, a conta leva em consideração o Sinapi (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil) e o IPCAE (Índice de Preços ao Consumidor Amplo Especial) do período.

A reunião tem o objetivo de conciliar aumento ameno e recuperação de perdas. Isso porque espera-se que o valor decidido não fira o bolso do contribuinte, mas, por outro lado, seja suficiente para recuperar perdas financeiras sofridas pelo caixa público nos últimos três anos por conta da desatualização nas avaliações de imóveis.

Expectativas - Sendo assim, três propostas estão sendo apresentadas aos vereadores na reunião. Para Scaff, um aumento de 27% no imposto seria o ideal para amenizar as perdas. "Quando você mexe nisso (reajuste de IPTU), você mexe em investimentos. Se diminuirmos a receita, vamos comprometer investimentos", analisa Scaff.

Para o vereador Mario Cesar Oliveira (PMDB), o reajuste deve considerar um valor que afete minimamente o bolso da população. "O ideal é o menor impacto possível para o contribuinte e a Câmara tem essa responsabilidade de encontrar um número que seja razoável", afirma. "O aceitável é 10%, 12% ou 15%. A última informação passada pela prefeitura é que o reajuste seria de algo em torno de 18%, o que é um valor alto", considera.

Três vereadores justificaram ausência na reunião: Eduardo Romero (PTdoB), Paulo Siufi (PMDB) e Zeca do PT. A conversa, segundo Scaff, é "uma sessão de inovação" porque reunir secretários e vereadores para discutir reajuste é algo inédito na prefeitura. O encontro segue a portas fechadas sem horário previsto para término.




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