A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 25 de Setembro de 2016

01/09/2016 08:21

Botijão de gás fica mais caro a partir de hoje e preço passa dos R$ 70

Renata Volpe Haddad
Reajuste de 9% faz botijão de gás custar até R$ 75. (Foto: Arquivo Campo Grande News)Reajuste de 9% faz botijão de gás custar até R$ 75. (Foto: Arquivo Campo Grande News)

Começa a valer a partir desta quinta-feira (1) o reajuste de 9% no preço do botijão de gás em Mato Grosso do Sul. O Simpergasc/MS (Sindicato das Micro, Pequenas Empresas, e Revendedores Autônomos de GLP), anunciou que o valor deve custar aproximadamente R$ 69, mas em revendas de Campo Grande, o gás de cozinha pode ser encontrado por até R$ 75.

Veja Mais
Petrobras anuncia reajuste de até 5% no preço do gás de cozinha
Procon pesquisa preço do gás de cozinha e verifica aumento de 4,6%

A Asmirg/BR (Associação Brasileira de Revendedores de GLP) comunicou que o aumento é referente a ajustes de custos operacionais bem como aos dissídios coletivos que ocorrem regularmente no mês de setembro.

De acordo com a proprietária da revenda Carandá Gás, Neusa Borges de Fátima Leal, o botijão que até ontem era revendido a R$ 65, hoje já está custando R$ 75. "Ficamos em uma situação complicada, já que existem muitos clandestinos que não pagam impostos que nós que trabalhamos corretamente, pagamos. Não há como competir com essas pessoas que vendem mais barato, porque não há como suprir nossas despesas", afirma.

O proprietário da Miro Gás, Maxweel Aparecido Chaves, alega que ainda não foi informado pelo fornecedor do reajuste. "Hoje eu vendo o botijão a R$ 50 para quem vem até a loja buscar e para entrega, cobro R$ 60 e dependendo da região, até R$ 65", alega.

Ele diz que se o reajuste for passado para ele hoje, a partir de amanhã (2) irá alterar os preços. "Não tenho como segurar preço baixo, não dá para arcar com tantos custos".

Conforme o presidente do Simpergasc/MS (Sindicato das Micro, Pequenas Empresas, e Revendedores Autônomos de GLP), Vilson Lima, a pressão inflacionária, cenário logístico e de suprimentos ficou mais desafiador no último ano. "A partir de setembro temos aumento na despesa do pessoal decorrente das negociações dos acordos coletivos de trabalho, mais pauta de ICMS, o que acarreta no reajuste", informa.




imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions