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Campo Grande, Sexta-feira, 30 de Setembro de 2016

09/06/2016 09:09

Projeto da dívida de MS deve chegar à Câmara Federal na próxima semana

Renata Volpe Haddad e Leonardo Rocha
O governador Reinaldo Azamuja (PSDB) afirmou que está confiante em relação a negociação da dívida dos Estados com a União. (Foto: Chico Ribeiro)O governador Reinaldo Azamuja (PSDB) afirmou que está confiante em relação a negociação da dívida dos Estados com a União. (Foto: Chico Ribeiro)

O Ministério da Fazenda deve encaminhar a proposta de redução da dívida dos Estados com a União até semana que vem para a Câmara Federal. A afirmativa foi feita pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB) nesta quinta-feira (9) durante solenidade no Hospital do Câncer.

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Conforme Azambuja, o secretário de Fazenda, Márcio Monteiro foi para Brasília hoje (9) após o secretário executivo do Ministério da Fazenda convocar todos as secretarias estaduais para continuarem a rodada de negociação das dívidas dos Estados com a União.

Na segunda-feira (6) foi entregue a proposta feita pelos 27 Estados, sendo que Mato Grosso do Sul pede a carência de dois anos, prazo para pagamento de 20 anos e redução de 50% no valor de R$ 6 bilhões, ou seja, desconto de até R$ 3,2 bilhões.

Atualmente, o Estado paga por mês R$ 100 milhões à União, de uma dívida de R$ 7,8 bilhões. A proposta entregue ao Ministério é negociar R$ 6 bilhões, que é o saldo da dívida de 2013 para cá e que seja recalculado utilizando juros simples, ao invés de compostos, como é feito hoje.

O governador afirmou que acredita que o Governo Federal deve fechar essa equação na semana que vem. "Assim que entrarmos em um acordo, a proposta deve ser encaminhada para a Câmara Federal, pois já existe projeto de lei e as mudanças vão entrar como adendo. Algumas questões que estavam no projeto devem ser tiradas, para que possa haver consenso entre os Estados e a União".

Azambuja alegou ainda que está confiante na proposta. "Os Estados precisam diminuir o desembolso mensal da dívida porque está atrapalhando no fluxo de caixa. Os governadores poderão retomar investimentos em áreas importantes para a população", enfatiza.




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