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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

28/11/2016 14:00

Prefeitos eleitos pregam redução de custos neste momento de crise

Eles participaram de evento sobre o tema no Tribunal de Contas

Leonardo Rocha
Prefeito de Paraíso das Águas, Ivan da Cruz, concedeu entrevista durante evento (Foto: Marina Pacheco)Prefeito de Paraíso das Águas, Ivan da Cruz, concedeu entrevista durante evento (Foto: Marina Pacheco)
Prefeita eleita em Dourados, Délia Razuk, diz que vai ter corte de gastos (Foto: Marina Pacheco)Prefeita eleita em Dourados, Délia Razuk, diz que vai ter corte de gastos (Foto: Marina Pacheco)
Prefeito eleito em Batayporã, Jorge Luiz, quer diminuir número de secretarias (Foto: Marina Pacheco)Prefeito eleito em Batayporã, Jorge Luiz, quer diminuir número de secretarias (Foto: Marina Pacheco)

Os prefeitos eleitos de Mato Grosso do Sul, que participaram do encontro organizado pelo TCE (Tribunal de Contas Estadual), para discutir gestão pública, disseram que a prioridade no começo do mandato, é reduzir custos, para equilibras as contas, além de montar uma equipe técnica qualificada.

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Eles disseram que estas medidas de austeridade, são necessária para este momento de crise financeira. "Manter os custos o mais baixo possível com pessoal, escolhendo servidores que podem exercer várias funções, ser vigilante com as despesas, e não tornar a prefeitura cabide de emprego", disse Ivan da Cruz Pereira (PMDB), prefeito de Paraíso das Águas.

A prefeita eleita de Dourados, Délia Razuk (PR), ponderou que também pretende reduzir gastos, mas que por enquanto vai manter o número das secretarias. "Teremos austeridade no nosso trabalho, com pessoal técnico e qualificado, pois ninguém administra sozinho". Ela adiantou que vai reduzir o conjunto administrativo da cidade.

"Temos vários prédios locados, por isso vamos fazer esta avaliação, para diminuir os gastos, Dourados é uma cidade pujante, que tem a sede de duas universidades federais, mas que tem seus problemas, como o déficit de habitação e a necessidade de investimentos em saúde e na malha viária", disse ela.

O prefeito reeleito de Rio Verde, Mário Kruguer (PSC), diz que não é fácil fazer "política de austeridade", mas que o momento é de economia de gastos, em despesas desnecessárias. "Não é fácil tomas estas ações, pois são impopulares, mas temos que fazer esta política, para poder investir em prioridades, como saúde e assistência social".

Jorge Luiz Takahashi (PMDB), eleito na cidade de Batayporã, revelou que o cenário financeiro no município é péssimo, o que exige medidas drásticas. "Estamos estudando reduzir de 9 para 6 secretarias, além de diminuir gastos, pois podemos herdar até duas folhas de pagamento atrasadas, que já foi repassado pela atual gestão".

Análise - O advogado Alexandre Ávalo, integrante da comissão de transição de Marquinhos Trad (PSD), ponderou que neste momento de crise, o gestor precisa cuidar das finanças públicas, para realizar um bom governo. "O controle das contas é algo necessário".

Ele esteve no evento promovido pelo Tribunal de Contas, representando o prefeito eleito da Capital, que está em uma viagem em Salvador. Ávalo destacou que o trabalho de transição ainda está na fase inicial. "Toda equipe está analisando os documentos e entendo que no final de dezembro, estaremos mais seguros sobre as condições da cidade, tendo um quadro mais completo da economia".




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