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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

04/11/2014 16:09

Acusado de tentar matar após discussão por drogas vai a júri

Filipe Prado

O acusado de tentar matar J.B.L. à golpes de faca, em fevereiro de 2014, no Bairro Coronel Antonino, será julgado nesta quarta-feira (5) na 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande. A tentativa de homicídio será julgada por motivo fútil, por uma discussão por drogas.

De acordo com a sentença, a tentativa de homicídio, ocasionada no dia 13 de fevereiro deste ano, por volta das 15h30, na Avenida Rodoviária, ocorreu por que a vítima e o acusado discutiram por drogas, sendo que Alexandre dos Santos Silva acabou desferindo golpes de faca contra J.B.L.

O julgamento ocorre amanhã (4) às 8h na 2ª Vara do Tribunal do Júri.

Arma - Alexandre também é acusado de guardar uma arma utilizada no assassinato de um construtor de obras Alcides Pedro Farias, 60 anos, no Jardim Los Angeles, no dia 27 de agosto. No entanto, os criminosos não conseguiram roubar R$ 9 mil. Dois adolescentes foram apreendidos, acusados de premeditar o roubo.

Aldo Guilherme dos Santos, o Caverninha, 22 anos, envolvido no latrocínio do encarregado de obras, foi apresentado na sede da Derf (Delegacia de Especializada em Roubos e Furtos). O comparsa dele no crime, identificado como Deomar da Silva Duarte, o Cabuloso, 19, está foragido.

A Polícia desvendou a autoria do crime do crime após apreender dois adolescentes quatro dias depois do latrocínio. Os garotos estavam com um revólver calibre que foi usado no assalto que terminou com a morte da vítima.

Em depoimento na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga, os adolescentes informaram de quem haviam conseguido a arma.

Foi através dessa informação que os policiais chegaram até Alexandre dos Santos Silva. No dia 21 de julho, o rapaz foi localizado em sua residência. Ao ser abordado, confessou que esteve com revólver e relatou que Aldo e Deomar o procuraram ainda no dia do crime para que ele guardasse a arma.

Alexandro contou, segundo a Polícia, que ao saber que o revólver havia sido usado para matar o encarregado, repassou a arma aos adolescentes para "evitar problemas".



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