Além dos patinetes, Campo Grande passa a ter bicicletas elétricas para alugar
Empresa JET disponibilizou cerca de 40 bikes, gerando nova opção de mobilidade

As bicicletas elétricas compartilhadas começaram a circular em Campo Grande e passam a ser mais uma opção de mobilidade urbana na Capital.
RESUMO
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As bicicletas eletricas compartilhadas comecaram a circular em Campo Grande como nova opcao de mobilidade urbana. Disponibilizadas pela empresa JET, cerca de quarenta unidades ja estao disponiveis para a populacao e podem ser localizadas pelo aplicativo oficial. O servico funciona em carater experimental com fase de testes prorrogada ate dezembro de 2026. Os precos sao os mesmos aplicados aos patinetes e a populacao espera a futura ampliacao para os bairros.
Disponibilizadas pela empresa JET, as bikes se somam aos patinetes elétricos já oferecidos pelo serviço e chegam com a proposta de proporcionar mais conforto aos usuários.
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Neste primeiro momento, cerca de 40 bicicletas estão distribuídas pela área de operação da empresa. A localização dos veículos disponíveis pode ser consultada em tempo real pelo aplicativo GO JET, que permite encontrar a bicicleta mais próxima, realizar o desbloqueio e iniciar a viagem.
Segundo a empresa, as bicicletas da JET entraram em operação em Campo Grande no último fim de semana, e os valores cobrados pelo uso das bicicletas são os mesmos aplicados aos patinetes elétricos. As tarifas ficam disponíveis no aplicativo antes do início de cada percurso.
A reportagem do Campo Grande News percorreu o Centro de Campo Grande para observar o uso da bicicleta elétrica da JET nestes primeiros dias de operação.
O que foi observado é um hábito crescente da utilização de patinetes e bicicletas elétricas, sejam as alugadas ou as compradas para uso pessoal.
Para a analista de crédito, Stephanie Kauane, de 20 anos, que estava na região central alugando minutos para usar uma patinete elétrica, a chegada das bicicletas representa uma alternativa mais prática para os deslocamentos pela cidade.
Ela também defende que o serviço seja ampliado para os bairros, principalmente para atender pessoas que dependem do transporte coletivo.
“Não é uma má ideia. É mais prático, tem mais praticidade e tudo mais. Tanto que eles poderiam ampliar também para os bairros, para as pessoas que dependem de ônibus, principalmente para poder vir do bairro para o Centro”, avaliou.
Stephanie também considera que a bicicleta pode oferecer mais conforto em comparação com o patinete, já que permite ao usuário permanecer sentado durante o trajeto.
A opinião é compartilhada pela amiga Emily Vitória, também de 20 anos, que também alugava um patinete para andar. Para ela, o serviço pode atender tanto quem precisa se deslocar diariamente quanto quem procura uma alternativa para passeios e momentos de lazer.
“Eu acho muito eficiente, tanto para quem usa o transporte público quanto para quem não usa, também para diversão e passeio. A bicicleta agora que veio também, eu acho bem mais confortável do que o patinete, porque você consegue ficar sentado”, afirmou.
Emily também acredita que a ampliação do serviço para outras regiões da cidade poderia incentivar mais pessoas a utilizar as bicicletas elétricas nos deslocamentos entre casa e trabalho.
Serviço continua em fase de testes - A operação dos patinetes e das bicicletas elétricas compartilhadas em Campo Grande continua em caráter experimental.
A fase de testes foi prorrogada até 26 de dezembro de 2026, após a empresa Jetshr LTDA, responsável pela plataforma JET Sharing, receber mais 90 dias para operar na Capital.
A prorrogação foi publicada no Diário Oficial desta quarta-feira (14). O novo período de autorização é contado de 28 de setembro a 26 de dezembro, mantendo as demais condições estabelecidas inicialmente.
A empresa foi a primeira autorizada pela Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) a experimentar o serviço na cidade.
O aval inicial foi concedido em 30 de junho, com publicação em 2 de julho, e previa 90 dias de operação experimental, com possibilidade de uma única prorrogação pelo mesmo período.
Com a extensão, o serviço poderá completar até 180 dias de testes. Durante esse período, a operação segue sujeita às condições estabelecidas na autorização municipal.


