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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

11/09/2015 10:20

Após promessa de reunião, funcionários liberaram avenida bloqueada

Leonardo Rocha
Funcionários da Solurb liberaram Avenida Marechal de Deodoro, após promessa de reunião entre empresa e prefeitura (Foto: Gerson Walber)Funcionários da Solurb liberaram Avenida Marechal de Deodoro, após promessa de reunião entre empresa e prefeitura (Foto: Gerson Walber)
Agetran organizou o trânsito durante o protesto, desviando os carros para ruas próximas (Foto: Gerson Walber)Agetran organizou o trânsito durante o protesto, desviando os carros para ruas próximas (Foto: Gerson Walber)

Os 600 funcionários da Solurb resolveram liberar a pista da Avenida Marechal Deodoro, no bairro Guanandi, região sul de Campo Grande, depois que receberam um comunicado da empresa que hoje (11) vai ser realizada uma reunião com a prefeitura de Campo Grande, que pode dar fim ao impasse e fazer o pagamento do salário dos 1.080 trabalhadores.

O presidente Sindicato dos Trabalhadores em Asseio e Conservação de Mato Grosso do Sul, Wilson Gomes da Costa, afirmou que os funcionários só vão retornar ao trabalho se for pago 100% do salário, referente a agosto, não de forma escalonada ou parcelada. “Tem que receber todo mundo, do porteiro, ao varredor e motorista, então todos retornam, se for diferente, nós não aceitamos”.

Wilson ressaltou que os trabalhadores não querem saber sobre “briga política” entre a empresa e a prefeitura e que em nenhum momento estão fazendo qualquer tipo de retaliação. “Queremos receber nosso dinheiro, apenas isto, muitos funcionários precisam pagar contas, aluguel de casa, não temos nada com a prefeitura, estamos cobrando a empresa”.

Ele inclusive citou que nenhum político está apoiando ou participando do protesto. “Não apareceu nenhum (político), é um favor que eles fazem, só aparecem durante campanha atrás de votos”. O dirigente explicou que resolveram liberar a pista, porque se tratava de uma ação pacífica e que agora vão aguardar o resultado da reunião entre a Solurb e prefeitura de Campo Grande.

Durante a paralisação, a Polícia Militar e a Agetran (Agência Municipal de Trânsito) fizeram a organização do trânsito, desviando os carros para outras ruas, para evitar qualquer congestionamento ou engarrafamento no local.



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