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Capital

Em quarta-feira de calorão recorde, bombeiros apagaram 12 incêndios na Capital

Quase metade de todos os incêndios em vegetações de áreas urbanas combatidos hoje, no Estado, ocorreram em Campo Grande

Por Adriano Fernandes | 30/09/2020 23:08


Como se não bastasse o calorão que durante o dia atingiu a “casa” de 40,8°C e sensação térmica de 49°C, maior índice desde 1996, doze incêndios em vegetação foram combatidos pelo Corpo de Bombeiros até às 18h desta quarta-feira (30), em Campo Grande. O número equivale a quase metade de todos os incêndios em vegetações urbanas atendidos hoje, pela corporação em todo o Estado. Foram 26 ao total.

O dado preocupa, porque a fumaça dos incêndios intensifica a espessa camada cinza que paira sobre a Capital, desde o início da estiagem, gera prejuízo ao meio ambiente e dor de cabeça para os moradores de praticamente todas as regiões da cidade.

No Bairro Monte Castelo, um dos incêndios de grandes proporções atendidos pelos militares devastou a pastagem em um terreno que fica ao lado da Avenida Prefeito Heráclito José Diniz de Figueiredo.

Em vídeo a que o Campo Grande News teve acesso, é possível ver a enorme “faixa” de fogo que se formou de um lado a outro do terreno, chegando bem próximo, inclusive, das residências. Os militares precisaram cortar uma cerca para conseguirem acessar o terreno e combater o fogo, no entanto, as chamas retornaram nesta noite.

Em outro extremo da cidade, no Jardim Noroeste, a combinação “explosiva” entre o clima seco e vento fez com que o fogo que começou em um aterro, se alastrasse rapidamente e destruísse alguns dos barracos da Favela da Conquista. Os militares combateram as chamas com bombas costais cheias de água e abafadores.

No Residencial Terra Morena o problema também se repetiu, as chamas tiveram início em terreno da Rua João Pereira da Silvano e chegou bem próximo as residências.

No Estado – Em todo o Estado, ainda conforme o Corpo de Bombeiros foram registrados 26 incêndios em vegetações de áreas urbanas. Enquanto não chover a tendência é que o problema continue ocorrendo. Segundo previsão do Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a chuva não vai dar o ar da graça em Mato Grosso do Sul até o dia 12 de outubro.

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