Executado a tiros em piscina foi atingido na nuca, costas e pernas
Polícia identifica vítima como Lucas Henrique Santos Vieira; outro baleado segue internado

Perícia preliminar apontou que Lucas Henrique Santos Vieira foi atingido por tiros na nuca, nas costas, na clavícula e nas duas pernas durante o ataque ocorrido na tarde desta quinta-feira (8), no Jardim Tarumã, em Campo Grande. A informação consta no boletim de ocorrência registrado depois do crime.
RESUMO
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Lucas Henrique Santos Vieira, conhecido como Gato Preto, foi morto a tiros dentro de uma piscina na tarde de quinta-feira (8), em um espaço de festas no Jardim Tarumã, em Campo Grande. Outro homem, de 24 anos, foi atingido por três disparos, socorrido e levado à Santa Casa. Contra ele havia mandado de prisão por tentativa de homicídio. Dois suspeitos, vestidos como funcionários de concessionária, fugiram e não foram identificados. O caso foi registrado como homicídio qualificado e tentativa de homicídio.
Segundo o documento, Lucas foi encontrado morto dentro da piscina do espaço de festas na Rua das Coxilhas. A avaliação feita ainda no local identificou as perfurações pelo corpo. O registro não informa quantos disparos o atingiram nem quantos ferimentos correspondiam a entradas ou saídas de projéteis.
Lucas foi identificado posteriormente pela mãe. Um celular Redmi verde, apontado como pertencente a ele, também foi entregue à Polícia Civil junto com o registro da ocorrência.
Os autores permaneciam sem identificação até a conclusão do boletim. O caso foi registrado como homicídio qualificado com emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido e tentativa de homicídio.
O outro homem que estava na piscina foi atingido por três tiros. Ele recebeu atendimento do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e foi levado à Santa Casa. Durante a ocorrência, a PM (Polícia Militar) constatou que havia mandado de prisão contra ele.
Documentos judiciais consultados pela reportagem mostram que o homem responde a uma ação penal por uma tentativa de homicídio ocorrida em janeiro deste ano. Ele foi preso em flagrante naquela ocasião e teve a prisão convertida em preventiva. A acusação também envolve porte ilegal de arma de fogo.
Em maio, a Justiça autorizou que ele deixasse a prisão mediante medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica. A prisão preventiva voltou a ser decretada em setembro.
Os dois homens que participaram do ataque desta quinta ainda não foram identificados. O caso foi registrado como homicídio qualificado com emprego de arma de fogo de uso restrito ou proibido e tentativa de homicídio.

