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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

10/01/2014 12:31

Família de mulher morta a tiros por ex-marido fará protesto no domingo

Aline dos Santos e Graziela Rezende
Dayane foi morta a tiros no dia 4 de janeiro. (Foto: Reprodução/Facebook)Dayane foi morta a tiros no dia 4 de janeiro. (Foto: Reprodução/Facebook)

A família de Dayane Silvestre Uliana, de 26 anos, morta pelo ex-marido no sábado (4), no cruzamento das avenidas Manoel da Costa Lima com a Bandeiras, fará protesto no próximo domingo, dia 12, com faixas e cartazes. “Vamos nos reunir às 8h na praça Ary Coelho e fazer passeata até à Delegacia da Mulher”, afirma Letícia Escobar Silvestre, de 19 anos, prima da vítima. A Deam fica localizada na rua 7 de Setembro, Centro.

A ação é contra a impunidade. “Ele está preso e queremos que continue”, diz a jovem. Júlio César Martins Ferreira, de 38 anos, se entregou ontem à Polícia. O ex-marido disse que matou Dayane por “amar demais”. A Justiça decretou a prisão preventiva do autor, que é réu confesso. O casal viveu junto por dois anos, teve uma filha e estava separado há três meses.

Protesto pacífico - Presidente da Comissão de Segurança Pública, Otávio Trad, compareceu hoje ao Comando da Polícia Militar, informando sobre o evento.

"Nós comunicamos o órgão, até para dar segurança a população e aos manifestantes. Pretendemos reunir de 300 a 500 pessoas, de maneira ordeira e pacífica, entendendo que não se deve manter a impunidade do Poder Judiciário, quando se trata de assuntos relacionados ao município e até de ordem nacional, já que as leis funcionam para o país todo", avalia o presidente.

Além de familiares de Giovanna, as mães da fronteira, que realizam o movimento desde a morte dos seus filhos Breno e Leonardo, que chocou a população na época, estarão presentes. "A Polícia está fazendo a sua parte, realizando, de maneira rápida, prisões e indiciamentos. Então temos de fazer a nossa parte, denunciando os culpados e contribuindo para um justo Poder Judiciário", finaliza.

 



Justiça seja feita
 
GERSON PESCARA em 10/01/2014 15:16:50
“A impunidade tolerada pressupõe cumplicidade!”

Minhas condolências para a família.
Há dois anos e dez meses atrás, meu filho o Brunão foi brutalmente assassinado por um pit boy v... e baderneiro, em pleno local de trabalho. Na ocasião eu juntamente com familiares e amigos fizemos vários protestos contra a impunidade. Infelizmente já se passaram quase três anos e o assassino (Cristhiano Luna de Almeida) continua impune, como se nada tivesse acontecido. Infelizmente nosso Código Penal ultrapassado acaba sendo cumplice da impunidade.
Estarei lá na manifestação para dar apoio a esta família.


 
João Márcio Escobar em 10/01/2014 13:30:58
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