A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 23 de Setembro de 2018

16/12/2017 12:46

Gestantes esperam quase 1 hora para fazer consulta médica em maternidades

Falta de leitos aumenta tempo de espera, mas todas as gestantes foram atendidas. Situação começou a se normalizar nesta manhã (15).

Anahi Gurgel
Fachada da maternidade Cândido Mariano, na manhã deste sábado (15). (Foto: Paulo Francis)Fachada da maternidade Cândido Mariano, na manhã deste sábado (15). (Foto: Paulo Francis)

A superlotação nos leitos das maternidades de Campo Grande nos últimos três dias fez com que algumas gestantes esperassem por quase 1 hora por consultas médicas e por até 15 horas nos pós-cirúrgico, a espera de um leito. 

Na manhã deste sábado (15), já começou a se normalizar, de acordo com a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde).

De acordo com o diretor-técnico da Maternidade Cândido Mariano, Daniel Gonçalves Miranda, a situação ficou complicada desde a noite de quarta-feira, dia 13.

“Foram três dias de lotação máxima na maternidade, mas todas as grávidas que chegaram de demanda espontânea foram atendidas, sendo priorizados os casos mais urgentes. Nunca fechamos as portas”, assegurou.

O diretor disse que foi solicitado à Central de Regulação, Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e Corpo de Bombeiros, que encaminhassem as gestantes para outras unidades da Capital.

A superlotação fez com o tempo de espera das pacientes no pós-operatório fosse maior e algumas tiveram que esperar até 15 horas na sala de recuperação ou na sala de parto até a liberação de um leito.

De acordo com o diretor, a situação começou a se normalizar a partir da manhã deste sábado (15).

A unidade possui total de 126 leitos, com 41 na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo), neonatal e intermediária.

Pior já passou - O coordenador de urgência e emergência da Sesau, Yama Higa, confirmou que, até a manhã de hoje, havia superlotação de leitos nas maternidades Cândido Mariano, da Santa Casa e do Hospital Regional. Apenas o Hospital Universitário não havia comunicado lotação máxima nesta manhã. 

"O ponto mais crítico foi na noite desta sexta-feira, quando o tempo de espera das gestantes pela consulta médica chegou quase a 1 hora na Santa Casa de Campo Grande. Geralmente esse atendimento é feito de imediato", disse.

Apesar do problema, o coordenador afirma que não houve desassistência em nenhum momento e que todas as gestantes foram atendidas.



imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions