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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

24/03/2014 17:34

Por rixa, policial aposentado executa vizinho com 4 tiros em frente de casa

Zana Zaidan e Bruno Chaves
Vítima foi morta ao entrar em casa (Foto: Pedro Peralta)Vítima foi morta ao entrar em casa (Foto: Pedro Peralta)

O comerciante Rodrigo José Rech, 31 anos, foi executado com quatro tiros por volta das 16h50 de hoje (24). O crime aconteceu na portão da casa da vítima, na rua Zola Cícero, próximo à avenida Mascarenhas de Moraes, no bairro Monte Castelo, em Campo Grande. Segundo a mãe de Rodrigo, o autor dos disparos seria um vizinho, um investigador aposentado da Polícia Civil que tem uma rixa com a família há mais de dez anos

Sirlene Vieira Rech, 60 anos, conta que voltava do banco com o filho. O vizinho teria atravessado a rua e efetuado quatro disparos – três atingiram Rodrigo na cabeça e um no peito. Ela não testemunhou a cena porque, segundo ela, já havia entrado em casa, mas ouviu os tiros.

A dona de casa conta, ainda, que a arma teria sido entregue ao ex-policial pelo filho dele, que ao ver que o pai estava atirando tomou a arma, e disparou para cima, a fim de dispersar populares que estavam na rua.

O irmão da vítima, Roberto Jośe Rech, 29 anos, afirma que o investigador tem esquizofrenia e por isso teria sido afastado da corporação. Segundo ele, a rixa surgiu há dez anos por causa de um terreno que fica ao lado da casa do ex-policial.

“Nunca fomos importuná-lo, e por ser doente, ficava vindo aqui em casa. Como uma pessoa que foi aposentada por esquizofrenia tem porte de arma?”, questiona.

O Corpo de Bombeiros esteve no local e constatou as quatro perfurações no corpo de Rodrigo. Os militares fizeram massagem cardíaca na vítima até que o Samu chegasse, no entanto, os socorristas atestaram o óbito ao examinar o corpo.

O ex-policial fugiu no carro da família. A Polícia Civil e militares do Batalhão de Choque da PM estão no local.

(Matéria editada às 18h03 para correção de informações).

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Tem que prender, cana no bandido, tem que prender o filho que acobertou tambem, isso aqui não é mais sertão não, Campo Grande já é uma importante capital, tem que ter justiça, se não tem no resto do estado, que tenha na capital, temos que dar exemplo, se a policia afrouxar porque é ex-policial, na hora que a população for pra cima não tem policia que segure, então aproveita enquanto tá tranquilo e prende quem ter que ser preso.
 
maximiliano rodrigo antonio nahas em 25/03/2014 10:26:16
É a banalização da vida.
Acabou-se o respeito ao bem mais precioso que temos.
O nível de civilização de um povo se mede, entre outras coisas, pelo respeito que se dá à vida de maneira geral. Sinto pena do meu país.
No caso aqui relatado, me chamou atenção o fato de o ex-policial ter problemas de ordem psiquiátrica e, continuar portando armas de fogo. Seria correto isso?
 
Juvenal Coelho em 25/03/2014 09:26:30
Recentemente um ex-policial executou friamante um possivel desafeto por ciumes da esposa, agora outra execução envolvendo ex-policial aposentado, como disse na epoca do crime anterior, a maioria de ex-policiais aposentados se acham os donos da vida e da morte, e não raramente executam seus desafetos de maneira cruel e covarde, ta na hora de rever as normas para porte de armas de ex-policiais, é logico que pela profissão de alto risco que exerceram eles tem direito ao porte de arma, mais é necessario uma avaliação psicologica mais profunda para determinar que pode e quem não pode ter o porte de arma.
 
juvenil marques do vale em 24/03/2014 18:14:04
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