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Interior

Monitor escolar é afastado das funções após denúncias de alunas

Servidor está proibido de se aproximar de uma das vítimas e de manter contato presencial ou digital

Por Ana Paula Chuva | 07/10/2026 07:36
Monitor escolar é afastado das funções após denúncias de alunas
Vista aérea de Novo Horizonte do Sul cidade onde caso aconteceu (Foto: Divulgação)

A Justiça afastou das atividades escolares um monitor da rede municipal de ensino de Novo Horizonte do Sul, a 320 quilômetros de Campo Grande. A decisão aconteceu após pedido do MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul), que também determinou medidas protetivas para a adolescente de 13 anos.

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A Justiça determinou o afastamento de um monitor da rede municipal de ensino de Novo Horizonte do Sul, a 320 quilômetros de Campo Grande, após pedido do Ministério Público de Mato Grosso do Sul. O servidor é investigado por condutas que causaram constrangimento e medo a uma estudante de 13 anos. Uma segunda aluna relatou situação semelhante. Ele não pode se aproximar da adolescente, de familiares e de testemunhas a menos de 200 metros, nem manter contato. O caso corre sob sigilo.

A determinação proíbe o servidor de se aproximar da vítima. Conforme a apuração, que corre sob sigilo,  o pedido foi protocolado pelo promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, titular da 2ª Promotoria de Ivinhema, após a estudante  relatar condutas do monitor que lhe causaram constrangimento, medo e sentimento de insegurança no ambiente escolar.

No decorrer do levantamento inicial, uma segunda aluna também relatou ter passado por situação semelhante com o mesmo funcionário. Diante das denúncias e do acesso direto do investigado a crianças e adolescentes, o Ministério Público defendeu a necessidade de intervenção imediata para resguardar a integridade física e psicológica das alunas.

A Justiça então acolheu os pedidos e determinou o afastamento cautelar do monitor de suas funções. O investigado está proibido de se aproximar da adolescente, de familiares dela e de testemunhas a uma distância mínima de 200 metros, além de não poder manter nenhum tipo de contato, seja presencial ou digital.

Os órgãos de segurança pública, a assistência social e a direção da escola foram notificados para acompanhar a rotina e fiscalizar o cumprimento das ordens judiciais. O processo segue em apuração.

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