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Interior

Rio Ivinhema sobe 4 metros e alaga casas de veraneio na região

Segundo Defesa Civil, a situação não deixou desabrigados entre as famílias ribeirinhas

Por Izabela Cavalcanti | 20/10/2026 10:15
Rio Ivinhema sobe 4 metros e alaga casas de veraneio na região
Rio Ivinhema que transbordou alagou casas (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

A elevação do nível do Rio Ivinhema, que subiu 4  metros, deixou casas de veraneio alagadas na região. Os imóveis ficam às margens do rio e são utilizados por proprietários para passar férias e fins de semana.

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A elevação de 4 metros no nível do Rio Ivinhema alagou casas de veraneio às margens do rio, utilizadas por proprietários em férias e fins de semana. Segundo o coordenador da Defesa Civil, Divaldir Fialho, não há desabrigados, pois três famílias ribeirinhas não tiveram os imóveis atingidos, e o prejuízo é apenas material. Na área urbana, a situação é tranquila após um vendaval, e as casas danificadas foram cobertas. A BR-141 tem trecho sinalizado. Na primeira quinzena de outubro, a chuva superou a média mensal em grande parte de Mato Grosso do Sul.

Conforme o coordenador da Defesa Civil do município, Divaldir Fialho, as ocorrências não provocaram desabrigados entre as famílias ribeirinhas. São três famílias que vivem por lá e não tiveram as casas inundadas, pois os imóveis não ficam diretamente na beira do rio.

“Essas três casas não estão na beira do rio, então não foi inundada, não desabrigou ninguém. Essas outras casas, o pessoal só chega de barco, o prejuízo é só material deles”, explicou.

O coordenador também informou que a situação na área urbana está tranquila após os estragos provocados por um vendaval. Conforme Divaldir, as famílias afetadas já receberam atendimento, e as casas danificadas foram cobertas. Os prejuízos registrados nos distritos e na cidade também estão sendo recuperados.

Rio Ivinhema sobe 4 metros e alaga casas de veraneio na região
Casa de veraneio alagada em Ivinhema (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

“Na cidade está tudo tranquilo, teve um vendaval, mas as famílias já foram atendidas, na cidade alguns estragos que fez está sendo recuperado”, completou.

Outro ponto de atenção é a BR-141, sob responsabilidade da Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos). O Campo Grande News entrou em contato com a Agesul e aguarda o retorno.

Segundo a Defesa Civil, parte da rodovia está sinalizada para alertar os motoristas e evitar acidentes.

Rio Ivinhema sobe 4 metros e alaga casas de veraneio na região
Valeta e erosão na BR-141, que liga Ivinhema a Angélica (Foto: Divulgação/Defesa Civil)

Acumulado de chuvas no mês - A primeira quinzena de outubro foi marcada por volumes expressivos de chuva em Mato Grosso do Sul. Entre os dias 1º e 15, os acumulados superaram a média histórica esperada para o mês inteiro em grande parte do Estado.

Os maiores volumes foram registrados em Itaquiraí, com 297,8 milímetros; Paraíso das Águas, com 294,6 milímetros; e Dourados, com 290,4 milímetros.

Em Campo Grande, o acumulado chegou a 272,8 milímetros, volume equivalente a 81% acima da média climatológica mensal.

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