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Da varanda de casa à clínica: casal transforma dor em cuidado no bairro

Com atendimento humanizado, espaço une quiropraxia e podologia para tratar dores e prevenir lesões

Post Patrocinado | 13/01/2026 08:00
Da varanda de casa à clínica: casal transforma dor em cuidado no bairro
Quiropraxia e podologia lado a lado: atendimentos integrados que tratam dor, desconforto e prevenção com olhar humano e técnico. (Foto: Osmar Veiga)

No começo, era só uma cadeira, alguns kits emprestados e muita vontade de aliviar a dor das pessoas. Hoje, o espaço é uma clínica estruturada, com salas de atendimento, esterilização, equipamentos específicos e uma proposta clara: sanar o desconforto físico e devolver qualidade de vida. Assim nasceu a AE Podologia e Quiropraxia, no bairro Universitário, em Campo Grande, fruto da trajetória de um casal que transformou vivência, estudo e afeto em profissão.

À frente do espaço estão Edmar Brito de Moura, massoterapeuta e quiropraxista, e Aline Pequeno da Silva, podóloga. Juntos, eles construíram um lugar onde dor não é normalizada, é investigada, tratada e cuidada com técnica e atenção.

“A gente começou com uma cadeira e vontade de tirar dor do povo. Só isso que a gente tinha”, resume Edmar.

Da varanda de casa à clínica: casal transforma dor em cuidado no bairro
Edmar Brito de Moura durante atendimento de quiropraxia, com foco em aliviar dores musculares e devolver mobilidade ao corpo. (Foto: Osmar Veiga)

Edmar nunca planejou ser massoterapeuta. O caminho surgiu quase por acaso, a partir de algo simples: o hábito de massagear a própria mãe. Durante uma ação social, recebeu de presente um curso de quick massagem, aquelas realizadas em cadeira, e ali tudo começou.

“Eu não sabia que existia curso livre. Achava que precisava fazer um técnico no Senac. Quando vi que precisava entender anatomia, o corpo, eu falei: preciso estudar”, conta.

Vieram então os cursos em sequência: liberação miofascial, ventosaterapia, reflexologia, quiropraxia. Ao todo, são quase 20 formações, muitas delas feitas antes e depois da pandemia. A prática levou Edmar a um foco claro: dor crônica.

“Hoje eu trato muito hérnia de disco, nervo ciático, descompressão. A maioria das dores não precisa de cirurgia”, afirma. “Massagem é saúde, mas muita gente ainda não entende isso.”

Da varanda de casa à clínica: casal transforma dor em cuidado no bairro
A Podóloga Aline Pequeno da Silva em atendimento clínico, tratando os pés com técnica, cuidado e atenção aos detalhes. (Foto: Osmar Veiga)

A dor nos pés que virou missão

Se Edmar chegou à massoterapia pelo toque, Aline encontrou a podologia pela dor. Ainda adolescente, viu o pai sofrer por anos com unha encravada.

“Eu tinha uns 12, 13 anos quando vi meu pai desencravando a unha lá em São Paulo. Aquilo me marcou”, relembra.

Antes da podologia, Aline foi manicure por mais de dez anos. Tentava aliviar dores sem saber que aquilo exigia técnica específica. A virada veio em 2019, quando decidiu estudar, mesmo com pandemia e gravidez atravessando o caminho.

“Quando você estuda, entende que não se trata apenas de cortar unhas. Envolve anatomia, pisada, forma de andar e até o tipo de calçado”, explica. “Hoje, sou apaixonada pelo que faço. Gosto de tratar uma unha encravada e transformá-la; isso não tem preço. Saber que, por meio dos meus estudos e conhecimentos, posso ajudar alguém a se sentir melhor é algo maravilhoso, especialmente ao ver o antes e o depois.”

Na clínica, a lógica é clara: embelezamento vem depois da saúde. Aline explica que muitos problemas são agravados justamente por tentativas caseiras ou procedimentos estéticos inadequados.

“Às vezes a pessoa acha que é a unha, mas é a pele que está causando a dor. Se não souber diferenciar, só machuca”, alerta.

Outro vilão comum são os fungos, muitas vezes invisíveis no início. “O fungo gosta de umidade e ambiente fechado. A pessoa vê a unha feia e passa esmalte. Quanto mais esmalte, mais o fungo prolifera”, explica. “Tem casos que podem evoluir, sim, para algo mais sério se não tratar.”

Um espaço pensado para segurança

O cuidado não está só no atendimento, mas também na estrutura. A clínica conta com sala exclusiva de esterilização, autoclave, selagem de materiais e protocolos rigorosos.

“A pessoa precisa se sentir segura. Será que isso está esterilizado? Será que posso pegar um fungo? A gente pensou em tudo isso”, diz Edmar.

Da varanda de casa à clínica: casal transforma dor em cuidado no bairro
Família reunida na AE Podologia e Quiropraxia: o espaço nasceu da varanda de casa e hoje é resultado de trabalho, estudo e afeto. (Foto: Osmar Veiga)

Medo não cura dor

Tanto a quiropraxia quanto a podologia ainda carregam estigmas. O medo de dor, de “arrancar pedaço”, de algo dar errado. O casal faz questão de quebrar essa ideia.

“Quiropraxia não é estralo. É mobilidade e ajuste. Acabou”, afirma Edmar. “Na podologia, a gente usa laser para analgesia, para inflamação. O atendimento é técnico, cuidadoso e muito menos doloroso do que as pessoas imaginam”, completa.

Os primeiros atendimentos aconteceram na varanda de casa, entre filhos, cachorros e periquitos. Aos poucos, a clientela cresceu. Hoje, a AE Podologia e Quiropraxia atende pacientes de diversos bairros e até de outras cidades.

“A gente começou sem dinheiro, sem estrutura. Hoje, o que a gente quer é alcançar mais pessoas e trazer bem-estar de verdade”, diz Edmar.

Para Aline, o sentido do trabalho continua o mesmo: aliviar.

“Quando a pessoa chega com dor e sai pisando melhor, mais leve, isso não tem preço.”

O endereço é Rua Barão de Campinas, 2106 - Universitário (veja como chegar)

Agende sua consulta no (67) 99259-1813 (Clique aqui)

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Acompanhe pelo Instagram @aepodologiaequiropraxia ou pelo site.

Da varanda de casa à clínica: casal transforma dor em cuidado no bairro
Fachada da AE Podologia e Quiropraxia, no bairro Pioneiro, onde o casal transformou cuidado em profissão e bem-estar em propósito. (Foto: Osmar Veiga)