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Direto das Ruas

Após caminhão atolar, Fiat Uno fica preso em cratera no Parque do Sol

Veículo parou com a frente numa vala aberta pela chuva; moradores reclamam das condições da rua

Por Viviane Oliveira | 16/10/2026 12:24

Fiat Uno ficou com a parte dianteira numa cratera na manhã desta sexta-feira (16), na Rua Professor Antônio Teófilo Cunha, próximo ao número 415, no Bairro Parque do Sol, região do Lageado, em Campo Grande. O incidente ocorreu no mesmo trecho onde um caminhão carregado com refrigerantes ficou atolado na tarde de quinta-feira (15), após a forte chuva que atingiu a Capital.

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Um Fiat Uno ficou com a parte dianteira presa em uma cratera na manhã desta sexta-feira (16), na Rua Professor Antônio Teófilo Cunha, no Bairro Parque do Sol, região do Lageado, em Campo Grande. No mesmo trecho, um caminhão de refrigerantes atolou na quinta-feira (15), após forte chuva, e precisou de guincho. Moradores reclamam de buracos, lama e mato na via. A Sisep, procurada pela reportagem, ainda não respondeu sobre previsão de reparos.

A enxurrada abriu uma vala profunda na via, deixando terra exposta e dificultando a passagem de veículos. Embora a rua tenha trechos asfaltados, moradores reclamam dos buracos, da lama e do mato que avança sobre a pista.

Na quinta-feira, uma das rodas de tração do caminhão ficou presa na vala, na esquina com a Rua Leia Maria Barbosa Marques. O motorista tentou retirar o veículo sozinho, mas não conseguiu. Foi necessário o auxílio de um guincho para fazer a remoção.

Menos de 24 horas depois, o Fiat Uno também ficou preso na cratera, com a frente inclinada para dentro do buraco. A situação voltou a dificultar a circulação de veículos pelo trecho. A dona de casa Daiane do Carmo Oliveira, de 31 anos, mora próximo ao local e conta que os problemas se repetem sempre que chove. Segundo ela, as condições da rua dificultam a entrada e a saída dos moradores de suas próprias casas.

"Toda vez que chove é esse alagamento, a gente que tem carro não consegue sair nem entrar em casa. A rua toda está abandonada, toda esburacada e com um matagal na frente. Toda chuva tem carro atolando, moro há anos aqui e sempre é essa situação", relatou.

Além da erosão, Daiane reclama da falta de manutenção e afirma que, embora a rua conste como asfaltada, a pavimentação não existe em toda a extensão. Em alguns pontos, o mato avança sobre a via, enquanto os buracos dificultam a circulação de veículos.

A reportagem entrou em contato com a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos) para saber se a rua está incluída no cronograma de manutenção e se há previsão de reparos, mas ainda aguarda retorno.

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