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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

18/05/2013 08:30

Incorporadoras chegam em área nobre para concorrer com padrão Plaenge

Mariana Lopes
Maquete do condomínio Passarela Park Prime (Foto: João Garrigó)Maquete do condomínio Passarela Park Prime (Foto: João Garrigó)

Com três torres de 27 andares, 336 apartamentos no total, piscinas, playground, brinquedoteca, academia, spa com sala de descanso e sauna, home cinema, miniarvorismo para as crianças e até pet place, incorporadoras trazem novo condomínio de luxo para Campo Grande e prometem aquecer o mercado imobiliário da Capital. É a concorrência para a Plaenge, que sempre reinou absoluta em imóveis desse padrão. 

Localizado na rua Tabelião Murilo Rolim, em frente ao Shopping Campo Grande e próximo ao Parque das Nações Indígenas, o condomínio Passarela Park Prime terá apartamento de 116 m² e 142 m², com preços que vão variar de R$ 650 mil a R$ 850 mil.

“Começamos com um empreendimento grande, por isso temos até um pouco de receio quanto a aceitação dos clientes, mas vislumbramos um potencial de marcado em Campo Grande, uma capital que ainda está em desenvolvimento e começa a ter ares de metrópole”, comenta Marcelo Bonanata, diretor comercial da Helbor, uma das incorporadoras.

Diretor comercial da Helbor, Marcelo Bonannata, afirma que vislumbraram um petencial de mercado em Campo Grande (Foto: João Garrigó)Diretor comercial da Helbor, Marcelo Bonannata, afirma que vislumbraram um petencial de mercado em Campo Grande (Foto: João Garrigó)

O empreendimento tem como foco principal clientes de classe média alta, por isso a região nobre da cidade foi escolhida estrategicamente. “A área sofreu modificações importantes nos últimos cinco anos, os melhores empreendimentos estão instalados próximos daqui, além do acesso às principais avenidas da cidade”, pontua Antônio Setin, diretor da Setin, outra incorporadora.

De olho no mercado nacional e regional, as incorporadoras trazem atrativos inovadores para encher os olhos dos clientes, como área exclusiva para os pets, espaço amplo de lazer, além da possibilidade de montar kits de moradia, ou seja, após um ano de construção, o proprietário pode optar em ter mais apenas três suítes no apartamento, ao invés de quatro quartos, sendo dois sem banheiro, por exemplo.

“Nosso público alvo são pessoas que viajam muito e estão por dentro do que tem de melhor no mercado imobiliário, então precisávamos ter um diferencial”, explana Setin.

Para Bonanata, o maior desafio está na cultura interiorana enraizada nos campo-grandenses. “As pessoas aqui ainda gostam muito de morar em casas, ter terrenos grandes, então resistem em adquirir um apartamento, mas até que nos surpreendemos com a demanda”, diz o diretor comercial da Helbor.

Presidente da Setin, Antonio Setin, aposta em área privilegiada da Capital (Foto: João Garrigó)Presidente da Setin, Antonio Setin, aposta em área privilegiada da Capital (Foto: João Garrigó)

“São famílias menores, com rotinas mais atarefadas, com animais de estimação, mas mesmo assim, procuramos oferecer espaços que cultivam o convívio familiar, como uma sacada grande, com churrasqueira, além de uma vista privilegiada do parque ou da cidade”, explica Setin.

As incorporadoras, Setin, Helbor e MGR, começaram a cultivar o mercado imobiliário em Campo Grande há 5 anos, quando compraram dois terrenos na região nobre da Capital, sendo um com 8 mil metros quadrados, onde está sendo construído o Passarela Park, e o outro com 12 mil metros quadrados, ainda sem previsão para construir.

O lançamento das vendas das plantas será no próximo dia 25 de maio. A previsão para entregar os apartamentos prontos é daqui a 40 meses, ou seja, em 2016.

Incorporadoras chegam em área nobre para concorrer com padrão Plaenge


Se as pessoas pensarem em preservação do planeta, contraponham esse pensamento com o nº de pessoas que o ocupa, pensem que cada um tem uma casa de moradia única com mais algum espaço externo. E aí, onde fica a nossa mãe natureza? as árvores que nos dão o oxigénio para respirar-mos? o terreno para cultivar-mos o que todos nós comemos? isto para não falar que ainda não somos os únicos seres vivos que precisam de terreno para viver. Então será melhor pensar em viver em prédios sim, com segurança e sem ser a preços exagerados e depois pensem em grandes espaços exteriores que deveriam ser virados para o aproveitamento de lazer inserido em espaços verdes, bem arborizados porque o calor aperta e a humidade atmosférica desaparece e porque não inserir um espaço para uma saudável cultura biológica.
 
Ana Santos em 28/11/2013 13:49:14
Campo Grande é uma cidade linda, privilegiada pelo tamanho de seus terrenos e sua área verde. É uma capital com cara de interior, onde se prima pela qualidade de vida e por serviços de qualidade. Sugiro que os empreendimentos dessa construtora surpreendam os campograndenses com apartamentos que tenham a segurança de um condomínio, mas o aconchego e o espaço interno de uma casa. Que sejam construídos em blocos com, no máximo, 8 apartamentos, pois as torres não apresentam nenhum diferencial, são realmente "caixotes", frios, impessoais e nem um pouco funcionais. Que tenham também espaço externo para as crianças andarem de patins e bicicleta dentro do próprio condomínio, bem como demais espaços de lazer (quadras, piscinas, salões de festa, espaço gourmet, playground, academia, entre outros).
 
Adriana Oliveira em 27/05/2013 10:54:43
Tem que mudar é a Arquitetura destas torres. A Plaenge sabe fazer caixotões, todos iguais. Tomara que estas novas construtoras tragam mais curvas nas sacadas, estilo litoral.
 
Murilo Fernandes em 18/05/2013 18:46:05
Um apartamento com um metro quadrado na casa dos R$ 6.000,00.....Digo boa sorte aos empresários que a parada vai ser dura.
 
Robson Grüet em 18/05/2013 18:43:19
...torre de 27 andarres...vai tampar as tres torres de bacanas que moram atras(PLAENGE), e ainda acabou com a vista deles...quero ver como vai finalizar essa briga....
 
sergio correa em 18/05/2013 17:34:29
Essa construtora se enganou, as pessoas de Campo Grande gostava de morar em casa, a moda agora é morar em prédio, com esses preço, de 650 a 850 mil eles querem concorrer com a PLAENGE, DEVERIAM DIMINUIR OS PREÇOS DA MUITO CARO, COM ESSES PREÇO A POPULAÇÃO DE CAMPO GRANDE VAI PREFERIR E CONFIAR NA PALENGE. POR SER UMA CONSTRUTORA NOVA EM CAMPO GRANDE DEVERIA VIR COM UM PREÇO MENOR, NÃO EXPLORAR UM MERCADO INFLACIONADO QUE ESTA OCORRENDO EM CAMPO E QUE NÃO ESTA MAIS VENDENDO OS IMOVÉIS, QUEM COMPROU, COMPROU AGORA O POVO ESTA ENDIVIDADO, ABAIXEM OS PREÇO QUANDO VOCÊ DIZEM QUE QUEREM CONCORRER COM A PLAENGE.
 
CARLOS SILVA em 18/05/2013 17:21:11
Acho isso ótimo, mesmo porque sou representante comercial e trabalho com materiais de construção.
 
CARLOS EDUARDO ALVES GUIMARAES em 18/05/2013 10:29:30
Pela maquete o p´redio tem a mesma cara dos predios da Plenge, ninguem inova , diferentemesmo só um em frente ao shopping o resto, cara de um , focinho de outro.
 
paulo lessa em 18/05/2013 10:28:41
Tomara que essas novas empresas possam trazer novos desing em seus edifícios para embelezar a nossa cidade, pois como cita a reportagem a Plaenge tem reinado absoluta na região e seus prédios são uns verdadeiros "coxotões", dá a impressão de que a planta é sempre a mesma, só muda a pintura e muitas vezes nem a pintura como é o caso de dois caxotões construidos nas proximades do Sóter. Se ainda não observaram o que eu digo, passem a observar e constatarão que trata-se de uma realidade.

Emigdio Martins
 
EMIGDIO DE ALMEIDA MARTINS em 18/05/2013 09:16:04
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