Nova coluna do Campo Grande News vai conectar MS a oportunidades no exterior
A cada 15 dias, Aurélio Rolim Rocha abordará comércio exterior, investimentos e tendências da economia global

Mato Grosso do Sul está ampliando sua conexão com o mercado internacional, e o próximo passo para o empresariado é transformar as oportunidades que surgem além das fronteiras em negócios concretos. É nesse cenário que estreia no Campo Grande News a coluna MS Sem Fronteiras, assinada por Aurélio Rolim Rocha, de 33 anos, empresário, dirigente de instituições ligadas ao setor produtivo e Graduado em Administração Pública com formação complementar em Relações Internacionais pela FGV (Fundação Getúlio Vargas).
RESUMO
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Com publicação quinzenal, a coluna vai abordar comércio exterior, diplomacia empresarial, inovação, investimentos e economia global, com atenção aos movimentos internacionais que podem influenciar o desenvolvimento de Mato Grosso do Sul. A proposta é aproximar os leitores de mercados, países e tendências que ajudam a compreender os caminhos da economia e as possibilidades para o Estado.
Presidente da FIEMS Jovem, presidente do grupo LIDE (Líderes Empresariais) em Mato Grosso do Sul e diretor de Relações Internacionais do Sistema FIEMS, Aurélio pretende usar a experiência acumulada na área para apresentar ao público um panorama das relações econômicas internacionais e das oportunidades que podem ser aproveitadas por empresas sul-mato-grossenses.
“Mato Grosso do Sul está vivendo seu melhor momento. Somos hoje o estado que mais recebe investimento privado no país e estamos nos transformando no coração do continente, em um hub logístico. O próximo passo do empresariado é a internacionalização. Nosso empresário precisa estar aberto às oportunidades que estão surgindo e se capacitar”, afirma.
A coluna nasce em meio à discussão sobre como ampliar a participação das empresas locais no comércio internacional. Para Aurélio, o crescimento econômico e a posição geográfica de Mato Grosso do Sul abrem espaço para novas conexões, mas aproveitar esse cenário exige preparo, conhecimento sobre outros mercados e capacidade de estabelecer relações com parceiros de diferentes países.

Do Estado para o mundo - A proposta da MS Sem Fronteira também está ligada ao trabalho desenvolvido pela FIEMS na área internacional. A entidade criou uma diretoria específica para reunir oportunidades relacionadas ao comércio exterior e aproximar o setor industrial das possibilidades de negócios em outros países.
Aurélio explica que a coluna vai funcionar como uma extensão desse movimento, apresentando aos leitores temas que vão além das negociações comerciais. A ideia é discutir a economia sul-mato-grossense em relação ao cenário internacional, mostrar o que acontece em outros países e identificar assuntos que podem ter reflexos no Estado.
“Vamos falar um pouco sobre países, sobre a economia de Mato Grosso do Sul e sobre o que está acontecendo lá fora. Queremos trazer o mundo para Mato Grosso do Sul. Tenho feito um trabalho de levar o estado para fora e, agora, queremos trazer o mundo para cá”, diz.
Entre os assuntos previstos estão debates sobre transição energética e segurança alimentar, temas que integram as discussões econômicas internacionais e se relacionam com setores importantes para Mato Grosso do Sul. A coluna também vai acompanhar iniciativas de aproximação entre empresas, instituições e mercados estrangeiros.
O objetivo é apresentar essas conexões de forma contextualizada, ajudando o leitor a entender como mudanças na economia global, oportunidades de investimento e novas relações comerciais podem se relacionar com o desenvolvimento regional.

Experiência internacional e formação de lideranças - Natural de Dourados, Aurélio construiu a carreira na área de relações internacionais. Entre as experiências profissionais, trabalhou na Secretaria de Relações Internacionais da Prefeitura de São Paulo e no Ministério da Agricultura do Brasil, além de ter sido estagiário do Itamaraty. Atualmente, está à frente da área internacional do Sistema FIEMS.
A atuação também inclui a formação de jovens lideranças empresariais. Como presidente da FIEMS Jovem, ele participa de iniciativas voltadas à preparação de novos profissionais para os desafios do mercado e à aproximação entre o empresariado e as oportunidades internacionais.
Uma dessas frentes é a formação em comércio exterior e Rota Bioceânica, com foco no desenvolvimento de conhecimentos que favoreçam a conexão de Mato Grosso do Sul com outros mercados. O curso é promovido pelo Centro Internacional de Negócios de Mato Grosso do Sul e teve início no dia 1º de outubro.
A Rota Bioceânica, que integra o debate sobre logística e circulação de mercadorias entre o Brasil e os países vizinhos até o Pacífico, está entre os temas relacionados à inserção internacional do Estado. Para as empresas, compreender as transformações logísticas e comerciais é parte da preparação necessária para buscar novos mercados.
A coluna pretende contribuir para essa discussão ao tratar não apenas das oportunidades já existentes, mas também dos movimentos que podem abrir novas possibilidades para o setor produtivo.
Missões internacionais e oportunidades de negócios - As experiências em viagens e missões empresariais também devem aparecer na coluna. Um dos temas previstos é a missão à Coreia do Sul e à China, que permitirá abordar a aproximação com mercados asiáticos e as possibilidades de intercâmbio econômico, que vai acontecer entre 14 e 24 de outubro, com cerca de 50 empresários de Mato Grosso do Sul.
A proposta é compartilhar informações sobre essas iniciativas e contextualizar o que elas podem representar para Mato Grosso do Sul. A coluna buscará relacionar essas experiências às oportunidades de negócios, à inovação e à capacidade de inserção das empresas locais em cadeias econômicas globais.
Com periodicidade quinzenal, a MS Sem Fronteira estreia no Campo Grande News com a proposta de aproximar o debate internacional da realidade sul-mato-grossense. A intenção é mostrar como decisões, tendências e transformações que acontecem em outros países podem repercutir no Estado e quais caminhos podem ser explorados para converter conexões internacionais em resultados concretos.

