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Para 53% dos leitores, alagamentos pioraram nos bairros de Campo Grande

Enquete do portal mostra que mais da metade percebe aumento dos transtornos causados pela chuva

Por Duda Schindler | 17/10/2026 10:03

Os alagamentos fazem parte da rotina de moradores de Campo Grande e, para mais da metade dos leitores do Campo Grande News, o problema piorou nos últimos anos. Enquete realizada nesta sexta-feira (16) pelo portal mostra que 53% dos participantes percebem o aumento dos transtornos nos bairros onde vivem.

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Enquete do Campo Grande News aponta que 53% dos leitores consideram que os alagamentos pioraram nos bairros onde vivem; 13% dizem que persistem e 1% avalia que melhoraram. Após temporal na quinta-feira (15), enxurradas atingiram avenidas Calógeras, Ernesto Geisel e Rachid Neder, além das regiões do Parque das Nações Indígenas e do Lago do Amor, dificultando o trânsito e o acesso dos moradores às casas.

Outros 13% afirmam que os alagamentos continuam como sempre foram, enquanto 1% avalia que a situação melhorou. Já 33% dos leitores dizem que o bairro onde moram não costuma registrar alagamentos.

O resultado foi divulgado após a chuva forte que atingiu Campo Grande na quinta-feira (15) e provocou pontos de alagamento em diferentes regiões da cidade. Ruas tomadas pela enxurrada, veículos com dificuldade para atravessar a água e moradores com problemas para chegar em casa voltaram a marcar o cenário após o temporal.

Na Avenida Calógeras, a água cobriu parte da pista e dificultou a passagem dos veículos. Na Avenida Ernesto Geisel, no sentido Aero Rancho, uma motorista relatou que o nível da água chegou perto da altura do vidro do carro. Já na Avenida Rachid Neder, trechos ficaram totalmente alagados em poucos minutos, segundo um morador.

O problema também atingiu o entorno do Parque das Nações Indígenas e a região do Lago do Amor, onde motoristas e motociclistas enfrentaram dificuldades para atravessar a enxurrada.

Para quem enfrenta a água na porta de casa ou precisa mudar o trajeto durante a chuva, o transtorno não termina quando o temporal passa. Os moradores também lidam com os riscos no trânsito, possíveis danos aos imóveis e a incerteza sobre quando o problema vai se repetir.