Você pagaria mais caro por um produto que gere menos lixo?
A reportagem quer saber se o impacto ambiental pesa na decisão de compra dos leitores
Você pagaria mais caro por um produto que gera menos lixo? Essa é a pergunta da enquete desta quarta-feira (30). Os leitores podem responder “sim” ou “não” e também deixar a opinião sobre o tema nas redes sociais do jornal.
RESUMO
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A discussão sobre a quantidade de resíduos gerada no consumo passa pela escolha de produtos, embalagens e pelo destino dado ao material depois do descarte. Nesta semana, o Campo Grande News mostrou iniciativas adotadas em Mato Grosso do Sul para reduzir a quantidade de lixo encaminhada aos aterros.
Na Ceasa/MS (Centrais de Abastecimento de Mato Grosso do Sul), em Campo Grande, a gestão dos resíduos começou a ser estruturada há sete anos. Frutas, verduras e madeira seguem para compostagem, enquanto papelão e plástico são separados e encaminhados à reciclagem. Em 2025, foram destinadas cerca de 1,4 mil toneladas de resíduos, sendo 99,8% enviados para reciclagem ou compostagem.
Entre caixotes de madeira e sacos de materiais recolhidos no entreposto, trabalhadores fazem a separação e operam a prensa que compacta os recicláveis. A Ceasa agora busca a Certificação Lixo Zero, que exige a comprovação da destinação dos resíduos.
Outras empresas também adotaram medidas semelhantes. Em Bonito, empreendimentos certificados conseguiram desviar mais de 90% dos resíduos dos aterros com ações que incluem compostagem, reciclagem e redução de descartáveis.
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