Secretário disputa concurso público que ele mesmo contratou
Em casa – O secretário municipal de Administração e Gestão de Rio Verde de Mato Grosso, Joelson de Almeida Furtado, está concorrendo ao concurso público que passou por suas próprias mãos dentro da Prefeitura. Ele se inscreveu para o cargo de procurador jurídico e participou diretamente de etapas da contratação da banca responsável pelo certame, a APLIMS. Joelson aparece como responsável pela demanda, aprovou documentos do planejamento e assinou a justificativa para a contratação e escolha da instituição.
Sem licitação – Ele representou o município na assinatura do contrato e ainda designou as fiscais responsáveis pelo acompanhamento do serviço. A APLIMS foi contratada sem licitação, por R$ 485,5 mil. Ou seja, o mesmo secretário que agora disputa uma vaga aparece na documentação como um dos agentes públicos que ajudaram a colocar de pé a estrutura responsável pela realização da seleção. O Campo Grande News tentou contato com a prefeitura e segue com espaço aberto para resposta.
Mudança na comunicação – A prefeita Adriane Lopes perdeu seu superintendente de Comunicação. O jornalista Waldemar Gonçalves deixou o cargo nesta semana, exonerado a pedido. O motivo não foi informado. Interinamente, o posto é ocupado por Moisés Palácios, que atualmente é assessor especial do município, ligado ao gabinete da prefeita.
Não assine sem ler – O candidato a deputado federal Maurício Picarelli (PRD) é cobrado por cabos eleitorais que afirmam ainda não ter recebido. Conhecido por bordões como “não assine sem ler”, usado ao tratar de contratos, ele afirmou nas redes sociais que não recebeu recursos do partido para a campanha. Um dos coordenadores, contratado por R$ 5 mil, afirmou que um grupo com 138 pessoas ainda não recebeu e também não tem contrato assinado.
Minguado – No DivulgaCand, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), constam apenas R$ 2,9 mil repassados pelo diretório estadual do PRD para materiais de campanha, além de R$ 850 doados pela esposa do candidato e R$ 250 pelo candidato ao Senado Valter Juvenal de Oliveira. O PRD nacional informou que os recursos são enviados aos diretórios, responsáveis pela distribuição.
Estágio disputado – Grupo de estudantes de Ciências Sociais da UFMS foi à Câmara de Campo Grande nesta quarta-feira (30) pedir apoio dos vereadores para ampliar as vagas de estágio na Prefeitura. A mobilização resultou em indicação pela abertura de mais estágios remunerados para os graduandos. O documento aponta possibilidades de atuação em pesquisa social, análise de dados e planejamento de políticas públicas. A indicação também pede a ampliação dos cargos efetivos de sociólogo, antropólogo e cientista político, com preenchimento por concurso público.
Imposto encaminhado – O projeto para cobrar ISS sobre hospedagens anunciadas em plataformas como o Airbnb pode chegar à Câmara de Campo Grande ainda neste ano. Segundo o presidente da Casa, Papy (PSDB), a minuta do Executivo já foi analisada pela Procuradoria do Legislativo, mas segue em estudo e ainda não foi protocolada. “Eles querem para este ano”, afirmou. Em discussão anterior, o vereador mencionou alíquota de 5%, ainda sem definição sobre quais ofertas seriam atingidas ou como seria feita a fiscalização.
Colinha – O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) disparou em massa pelas redes sociais, nesta quarta-feira (30), aviso para lembrar os eleitores da ordem de votação nas Eleições 2026. A orientação é preparar a chamada “colinha eleitoral” com os números dos candidatos antes de sair de casa.
Preto no branco – O Tribunal reforçou que o celular não pode entrar na cabine de votação. Por isso, a anotação em papel é permitida e ajuda a evitar esquecimentos na hora do voto. A ordem dos cargos também deve ser observada para que a votação seja concluída corretamente. Na urna, o eleitor terá seis escolhas: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente da República.
Não assine sem ler - O candidato a deputado federal Maurício Picarelli (PRD) é cobrado por cabos eleitorais que até agora não receberam. Conhecido por bordões como "não assine sem ler", sobre contratos que são desrespeitados, ele afirmou nas redes sociais que não recebeu recursos do partido para a campanha, por isso está devendo. Um dos coordenadores, contratado por R$ 5 mil, afirmou que um grupo com 138 pessoas nunca viu o dinheiro e também não tem contrato assinado.
Minguado - No DivulgaCand, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), constam apenas R$ 2,9 mil repassados pelo diretório estadual do PRD para materiais de campanha, além de R$ 850 doados pela esposa do candidato e R$ 250 pelo candidato ao Senado Valter Juvenal de Oliveira. O PRD nacional informou que os recursos são enviados aos diretórios, responsáveis pela distribuição.


