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Campo Grande, Quinta-feira, 19 de Setembro de 2019

23/01/2017 10:15

Festival exibe filmes sobre intolerância, com circuito de debates na UFMS

Ângela Kempfer
Cena do filme Intolerância.doc.Cena do filme Intolerância.doc.

Alunos da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) abrem hoje o Circuito Universitário de Cinema. Para a seleção de filmes, o grupo levou em conta o tema “Intolerância”. Com patrocínio da Petrobras, serão exibidos 3 projetos>: “Intolerância.doc.”, “Menino 23” e “Meu Nome é Jacque”.

Para realizar o evento, o Núcleo de Estudos Néstor Perlongher - Cidade, Geração e Sexualidade se uniu ao “Impróprias” - Grupo de Pesquisa em Gênero, Sexualidade e Diferenças, ambos ligados ao curso de Ciências Sociais

Depois das apresentações, serão realizados debates sobre os temas abordados. O evento ocorre no auditório do CCHS (Centro de Ciências Humanas e Sociais), sempre no período da tarde. A entrada é franca.

Veja a programação:

Dia 23

17h30

Menino 23

As investigações do historiador Sidney Aguilar sobre tijolos marcados com a suástica nazista encontrados no interior do Brasil revelam a história de meninos órfãos e negros, vítimas de um projeto criminoso. Aloizio Silva, o menino 23, sobreviveu para contar.

Debatedor: Antônio Carlos Osório, professor titular da UFMS e doutor em Educação pela PUC-SP.

Dia 24

13h30

Intolerância.doc

O que motiva os crimes de ódio e a intolerância dentro da sociedade brasileira? Esta pergunta, ainda sem resposta definitiva, ganha cada vez mais importância conforme novas notícias e acontecimentos surgem, provando que o Brasil pode não ser um país formado apesar de suas contradições e por causa de suas misturas, mas sim um país formado com base na intolerância em relação às suas misturas.

Debatedora: Nuala Lobo Cambará e Eva Camila Cruz. Ambas feministas e do movimento negro.

Dia 25

17h30

Meu Nome é Jacque

A diversidade da narrada através de um olhar sobre a história e a vida de Jacqueline Rocha Côrtes, uma mulher transsexual portadora do vírus da aids, que precisou e que ainda precisa superar grandes obstáculos para viver sua vida da melhor forma possível, quebrando paradigmas e derrubando preconceitos.

Debatedores: Miguel Rodrigues de Sousa Neto, professor adjunto da UFMS e doutor em História pela UFU, e Zoe Ibânes, militante Trans.

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