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Campo Grande, Quinta-feira, 20 de Setembro de 2018

04/03/2017 07:20

Larissa faz qualquer um entrar na vibe das festas de psy trance só pelas fotos

Paula Maciulevicius
Arte de qualidade por todo lado como no Adhana Festival, em Rio Negrinho, Santa Catarina, inspiram até em projeto e ensaios em estúdio, descreve fotógrafa. (Foto: Larissa Pulchério)Arte de qualidade por todo lado como no Adhana Festival, em Rio Negrinho, Santa Catarina, inspiram até em projeto e ensaios em estúdio, descreve fotógrafa. (Foto: Larissa Pulchério)

Faz um tempo que o Lado B acompanha e entra na vibe dos festivais de música eletrônica por onde a fotógrafa Larissa Pulchério Navarrete passa. Em 2009, Larissa começou a frequentar festas de psy trance e resolveu que o encanto que ela tinha pela energia e o astral dos participantes, tinha de ser compartilhado. 

Arquiteta de formação, Larissa se identificou com o trabalho de um pioneiro na cena, Murilo Ganesh, apresentado por uma amiga na volta do Universo Paralello, um dos mais tradicionais festivais de música do País.

"Me encantei pela sensibilidade, pelo colorido e a magia que ele expressava nas fotos. Aquilo me tocou de uma tal forma que me fez pedir a câmera da minha mãe", conta Larissa, de 29 anos. A jovem já flertava com a fotografia, mas se encontrou mesmo na Samadhi, uma festa que marcou a cena de Campo Grande.

Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)
Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)
Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)

Começou como hobby, nas festas que os amigos organizavam na Capital, mas depois passou a ser necessidade dos eventos, de ter o registro. "E como não havia um trabalho parecido por aqui, resolvi me arriscar nesse mundo que já frequento", explica.

Desde então, Larissa já foi em 10 festivais em São Paulo, Mato Grosso e Minas Gerais. Alguns, são por conta própria, outros já são em troca de convite e consumação e há até os contratos fechados. "Nos últimos anos abracei isso como profissão, aí aumentou bem", completa.

E hoje, além de curtir, ela descreve a alegria de quem vive dentro desta vibe.

Adhana Festival, em 2017, cidade de Rio Negrinho Santa Catarina. (Foto: Larissa Pulchério)Adhana Festival, em 2017, cidade de Rio Negrinho Santa Catarina. (Foto: Larissa Pulchério)
Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)
Outra paixão, é fotografar o show. Fascinada por música, Larissa gosta muito de registrar essa troca de energia que acontece entre artista e público.  (Foto: Larissa Pulchério) Outra paixão, é fotografar o show. Fascinada por música, Larissa gosta muito de registrar essa troca de energia que acontece entre artista e público. (Foto: Larissa Pulchério)
Out 2016, em Bauru, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Out 2016, em Bauru, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)
Out 2016, em Bauru, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Out 2016, em Bauru, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)

"O que quero realmente mostrar é que o trance é mais que uma vertente de música, é uma cultura bem diferente do que é tachada e acho que isso que impressiona nas fotografias de festivais. Ver as pessoas lindas na sua simplicidade, felizes com tão pouco e vivendo um respeito inimaginável. Não tem cenário mais fascinante de registrar", descreve.

E para quem olha, também não: "Começo pelas crianças. Não vejo tantos sorrisos assim nem no playground. Eles se libertam, brincam com os pais e todo mundo vira criança de novo", descreve Larissa.

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Crianças se libertam e brincam com os pais fazendo todo mundo virar criança de novo. (Foto: Larissa Pulchério)Crianças se libertam e brincam com os pais fazendo todo mundo virar criança de novo. (Foto: Larissa Pulchério)
Garotinho de sorriso aberto no Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)Garotinho de sorriso aberto no Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)
Também no Soulvision Festival, quem ataca de fotógrafo. (Foto: Larissa Pulchério)Também no Soulvision Festival, quem ataca de fotógrafo. (Foto: Larissa Pulchério)
E pra finalizar, as paisagem dos lugares inacreditáveis que acontecem esses eventos e as pessoas em seu melhor momento, sendo livre e emanando uma a energia que deixam as fotos mágicas. (Foto: Larissa Pulchério) E pra finalizar, as paisagem dos lugares inacreditáveis que acontecem esses eventos e as pessoas em seu melhor momento, sendo livre e emanando uma a energia que deixam as fotos mágicas. (Foto: Larissa Pulchério)
Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)
Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério) Soulvision Festival, em 2017, em Altinópolis, São Paulo. (Foto: Larissa Pulchério)


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