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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

29/06/2013 17:00

Discussão de propostas atrai só 40 dos que protestaram na Capital

Zemil Rocha
Ativistas discutem reivindicações a serem inseridas num documentos que enviarão para as autoridades. (Foto: João Garrigó)Ativistas discutem reivindicações a serem inseridas num documentos que enviarão para as autoridades. (Foto: João Garrigó)

Discussão de propostas atraiu poucos dos manifestantes que participaram dos protestos nas ruas de Campo Grande, na semana passada. Neste sábado, na Praça do Rádio, cerca de 40 ativistas discutem reivindicações a serem inseridas num documentos que enviarão para as autoridades. A expectativa era reunir pelo menos 849 pessoas, já que havia essa confirmação através de postagens no Facebook.

Foram formados onze grupos de trabalho na praça: Combate às opressões, cultura, democratização da mídia, educação, mobilidade urbana, questões fundiárias, saúde, transparência/reforma política, segurança pública e justiça, meio ambiente e ato médico.

Alunos, amigos e familiares do delegado aposentado Paulo Magalhães, assassinado com seis tiros na tarde de terça-feira, também estão na Praça do Rádio, para onde desceram em carreata depois de terem se concentrado em frente ao portão principal do Parque das Nações Indígenas, nos altos da Av. Afonso Pena.

Essa manifestação é contra a impunidade. Os organizadores não querem falar com a imprensa, tendo optado por um protesto silêncio. O objetivo é a busca da justiça. Eles não querem que o crime fique impune, como ocorreu com outros casos de pistolagem no Estado.

 

 

*Colaborou a estagiária Gisele Figueiredo.



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