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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

25/06/2013 10:58

Enfraquecido, movimento pede audiência pública sobre mobilidade

Ângela Kempfer e Jéssica Benitez
Manifestação foi tranquila hoje no plenário da Câmara.Manifestação foi tranquila hoje no plenário da Câmara.

A manifestação marcada para a manhã desta terça-feira na Câmara Municipal de Campo Grande tem o clima bem mais calmo que dos últimos dias, quando houve quebra-quebra no Legislativo Municipal.

Hoje, pouco mais de 100 pessoas estão no plenário. Ao ocupar a tribuna, o representante do grupo solicitou a realização de uma audiência pública sobre mobilidade urbana, para discutir, entre outros assuntos relacionados, o transporte coletivo – principal reivindicação dos protestos que surgiram em todo o País.

Segundo um dos porta-vozes do movimento em Campo Grande, Alan Brito, a ideia agora é reunir todos os dias na Praça do Rádio, sempre às 17 horas, pessoas descontentes com os rumos da cidade, para discutir propostas e mobilizações.

Apesar do assunto já ter sido tema de audiência neste mês, durante comemorações da semana do Meio Ambiente, os vereadores assinaram termo de compromisso de realização de novo encontro sobre o assunto.

A data será definida pelos próprios manifestantes em assembleia no próximo sábado, às 16 horas, na Praça do Rádio. A ideia é chamar um representante do Movimento Passe Livre de São Paulo, que começou com a mobilização nacional.

Ontem, o grupo de Campo Grande também criou oito grupos permanentes de trabalho divididos em temas: o de combate a opressões (contra preconceito racial e sexual), de democratização da comunicação; da questão agrária (de assuntos relacionados aos índios, quilombola, sem terras e o sindicatos dos produtores), da transparência da gestão pública, de mobilidade urbana, do transporte (sobre acessibilidade e bens culturais), de educação, de cultura e saúde.

A próxima movimentação será na sexta-feira (28), de apoio a ato nacional do MST (Movimento dos Sem Terras) que deve acontecer na mesma praça.

 

 



O povo vai perder pelo cansaço, já começou a dispersar, uns tem que trabalhar, outros ficar com a familia e outros simplesmente cansam, não adianta chamar lider de São Paulo, vamos resolver o nosso por aqui, é isso que eu digo, enquanto Campo Grande continuar querendo ser São Paulo não vamos para a frente nunca, o povo é diferente, a cidade é diferente, as propostas de convivencia são diferentes, não temos que mudar para ficar igual a São Paulo, São Paulo não é um lugar bom, muito pelo contrario, é terrivel morar lá, vamos mudar simplesmente para sermos uma Campo Grande melhor, nos nossos moldes. Gurizada não desistam das manifestações...
 
MAXIMILIANO RODRIGO ANTONIO NAHAS em 25/06/2013 12:56:34
artigo quinto da constituição nos dá o direito a liberdade de imprensae tambem ao direito de ir e vir e permanecer por favor publique os meus comentarios pois eu não sou nenhum ser humanocomparado a animal eu tenho tambem amparado na contituição a liberdade de expressão não quero que os meus filho vivam na dependancia de organismos jornalisticos tendenciosoa pois o partido que nos governa esta no poder a exatos 13 anos
 
silvana cabalheiro em 25/06/2013 12:45:43
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