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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

14/11/2014 15:18

Governador prevê cenário econômico melhor para gestão de Reinaldo

Edivaldo Bitencourt e Ludyney Moura
Acompanhado da secretária de Administração, André participa de reunião de transição (Foto: Ludyney Moura)Acompanhado da secretária de Administração, André participa de reunião de transição (Foto: Ludyney Moura)

O governador André Puccinelli (PMDB) afirmou, no início da tarde de hoje (14), que a administração de Reinaldo Azambuja (PSDB) terá um cenário econômico favorável. Só com a mudança no indexador da dívida, o ganho extra pode chegar R$ 48 milhões por ano.

Ao deixar a reunião da equipe de transição na Secretaria Estadual de Fazenda, o peemedebista citou as previsões otimistas para o novo Governo. Além da redução no valor pago mensalmente da dívida, que ficará de R$ 3 milhões a R$ 4 milhões menor, ele citou a possibilidade de acréscimo de R$ 10 milhões por ano com o pré-sal e a regulamentação da cobrança do ICMS sobre e-commerce, que pode chegar a R$ 540 milhões.

No entanto, as principais mudanças, como a mudança no critério do ICMS sobre as compras feitas pela internet, só deve vigorar em 2018, no último ano do mandato de Azambuja.

O secretário estadual de Fazenda, Jader Afonso, destacou que a dívida pública do Estado saltou de R$ 2,3 bilhões, na época do acordo firmado entre o governador Wilson Barbosa Martins (PMDB) e a União, para R$ 7,3 bilhões. Contudo, neste período, o Estado pagou R$ 6,1 bilhões em juros e amortizações.

Puccinelli deverá deixar as contas zeradas para o sucessor. Ele destacou que irá quitar as três folhas de fim de ano em dezembro: novembro, dezembro e 13º salário. Para completar o pagamento, ele ainda precisa de R$ 80 milhões. As três folhas devem superar R$ 800 milhões.

Para comprovar que Reinaldo pegará uma situação melhor, ele disse que herdou dívida de R$ 1,1 bilhão com os fornecedores, contas bloqueadas pela União pelo atraso no pagamento da dívida e ainda o pagamento de R$ 1,5 milhão por mês em juros por débitos vencidos e não quitados.

E voltou a frisar que não quer criticar o antecessor, o ex-governador Zeca do PT, deputado federal eleito neste ano, mas apenas mostrar como pegou as finanças do Estado.

O deputado federal eleito, Márcio Monteiro, cotado para ser o novo secretário estadual de Fazenda, participa da reunião da equipe de transição. O grupo é liderado pela secretária estadual de Administração, Thiê Higushi Viega dos Santos, e pelo engenheiro Marcelo Miglioli, cotado para ser o secretário estadual de Obras na gestão de Reinaldo.

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