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04/10/2010 07:38

PMDB, PSDB e PT são os mais fortes nas urnas no Brasil

Redação

O PMDB, PT e PSDB foram os partidos que saíram mais fortes das urnas elegendo, em primeiro turno, quatro governadores cada. Os três podem aumentar o número de governadores em 31 de outubro, quando disputarão vários governos em segundo turno.

O PSDB, por exemplo, concorre ao comando dos Executivos de Alagoas, do Pará, de Goiás, do Piauí e de Roraima. O PMDB disputará o segundo turno em Goiás, na Paraíba e em Rondônia. O PT tenta ampliar o número de governadores no Distrito Federal e no Pará.

Na Região Sul, o PT elegeu Tarso Genro no Rio Grande do Sul e o PSDB, Beto Richa para comandar o Executivo do Paraná. Em Santa Catarina, a vitória foi do DEM, com a eleição de Raimundo Colombo.

No Sudeste, onde se concentra o maior colégio eleitoral do país, o PSDB elegeu os governadores de São Paulo e Minas Gerais - estados onde se concentra o maior número de eleitores -, Geraldo Alckmin e Antônio Anastasia, respectivamente. O PMDB ficou com o terceiro colégio eleitoral do país, ao eleger Sérgio Cabral Filho governador do Rio de Janeiro. O PSB emplacou Renato Casagrande no Espírito Santo.

No Nordeste, o PT elegeu os governadores da Bahia, Jaques Wagner, e de Sergipe, Marcelo Déda. O PSB, por sua vez, reelegeu Eduardo Campos, em Pernambuco, e Cid Gomes, no Ceará. Os socialistas ainda disputarão, em segundo turno, os governos da Paraíba e do Piauí.

Ainda no Nordeste, o Democratas (DEM) elegeu Rosalba Ciarlini no Rio Grande do Norte. Em Alagoas a disputa em 31 de outubro será entre Teotônio Vilela (PSDB) e Ronaldo Lessa (PDT). O PMDB venceu no Maranhão com Roseana Sarney.

No Centro-Oeste, os peemedebistas venceram, em primeiro turno, em Mato Grosso do Sul, com André Puccinelli, e em Mato Grosso, com Silval Barbosa. O partido disputará ainda o governo de Goiás com o PSDB. No Distrito Federal, a disputa em segundo turno será entre os candidatos Agnelo Queiroz (PT) e Weslian Roriz (PSC).

Na Região Norte, os tucanos venceram no Tocantins, com Siqueira Campos. Disputam ainda o segundo turno no Pará e em Roraima. O PMN fez seu único governador ao eleger Omar Aziz no Amazonas. No Amapá, haverá segundo turno entre o PTB e o PSB. Em Roraima, por sua vez, a disputa em 31 de outubro será entre o PP e o PSDB. Outro estado que vai para o segundo turno é Roraima, com o confronto entre o PPS e o PMDB.

Senado - Nomes tradicionais da política brasileira como Marco Maciel (DEM), Tasso Jereissati (PSDB), Heráclito Fortes (DEM), Aloízio Mercadante (PT) e Arthur Virgílio (PSDB), entre outros, deixarão o Senado a partir de fevereiro de 2011, já que não se reelegeram. No caso de Mercadante, ele disputou o governo de São Paulo e perdeu em primeiro turno para Geraldo Alckmin (PSDB).

Maciel, por exemplo, foi eleito senador pela primeira vez em 1983. O parlamentar, oriundo da Arena, participou ativamente do processo de redemocratização do país e ocupou cargos importantes nesse período como ministro do governo Sarney e vice-presidente de Fernando Henrique Cardoso (PSDB) por dois mandatos.

Os tucanos Arthur Virgílio e Tasso Jereissati, que tentaram a reeleição ao Senado, foram nos oito anos de governo Lula alguns dos mais combativos parlamentares de oposição. Ambos participaram de articulações de votação de temas importantes no Senado, como a derrubada da Contribuição sobre a Movimentação Financeira (CPMF).

O Senado também perderá parlamentares importantes da base governista, que deixaram seus mandatos para concorrer a governos estaduais, como Aloízio Mercadante (PT-SP), Ideli Salvatti (PT-SC) e Hélio Costa (PMDB-MG). Mercadante é o atual líder do partido e já ocupou a liderança do governo na Casa.

Salvatti, por sua vez, era líder do governo no Congresso, responsável pela articulação para aprovar a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), no primeiro semestre. Caso permaneça no cargo ao retornar para o fim de mandato, terá como missão negociar a aprovação do Projeto de Lei Orçamentária (LOA) para o próximo governo.

O candidato derrotado ao governo de Minas, Hélio Costa (PMDB-MG), é outro senador que ocupou cargos estratégicos no governo Lula. Foi, por exemplo, ministro das Comunicações, quando coordenou a implantação do sistema de sinal digital no país.

Em contrapartida, o Senado ganha nomes importantes na nova legislatura e terá a representação de três ex-presidentes: José Sarney (PMDB-AP), Fernando Collor (PTB-AL) e Itamar Franco (PPS-MG). Também foram eleitos nomes de peso como Aécio Neves (PSDB), ex-governador de Minas Gerais e ex-presidente da Câmara dos Deputados.

Outros ex-governadores que assumirão vagas no Senado são Roberto Requião (PMDB-PR), Eduardo Braga (PMDB-AM), Blairo Maggi (PR-MT), Marcelo Miranda (PMDB-TO), Jorge Viana (PT-AC) e Ivo Cassol (PP-RO).

Outro nome importante na renovação do Senado é o de Marta Suplicy (PT-SP), ex-prefeita de São Paulo. No início do segundo mandato, Marta foi ministra do Turismo do governo Lula. Ela deixou o primeiro escalão do governo para disputar, em 2008, a prefeitura de São Paulo, quando perdeu para Gilberto Kassab (DEM).

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