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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

14/10/2010 09:35

Puccinelli volta a dizer que não vai acomodar suplentes

Redação

O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), voltou a afirmar, hoje, de forma categórica, que não vai convocar deputados eleitos para ser secretários, a fim de acomodar na Assembleia Legislativa aliados históricos seus que não conseguiram se eleger no dia 3 de outubro.

"Suplentes que fiquem chupando dedo", afirmou, depois de dizer que não pretende interferir na formação da Assembleia e da bancada federal para criar vagas aos que chegaram perto de se eleger e ficaram na suplência.

Entre esses casos, está o do atual líder do governo na Assembleia Legislativa,

Youssif Domingos (PMDB), que acompanha Puccinelli desde que foi prefeito pela primeira vez em Campo Grande, em 1996, e nestas eleições ficou na segunda suplência do partido.

Para que Youssif voltasse, seria necessário a saída de dois deputados, o que acomodaria também outro aliado de Puccinelli, Rinaldo Modesto (PSDB), o primeiro suplente da coligação.

Um dos deputados convocados por André poderia ser Carlos Marun, que é secretário da Habitação e das Cidades, e que deixou a Assembleia no mandato passado para exercer a função.

O outro cotado para assumir uma secretaria e abrir outra vaga é Márcio Monteiro (PSDB), que já ocupou cargos no executivo, mas já avisou que não quer voltar.

Na Câmara Federal, a alteração que foi cogitada é a permanência de Edson Giroto, o mais votado para deputado federal, no cargo de secretário de Obras, que ocupou nas duas administrações de Puccinelli em Campo Grande e em seu primeiro mandato. Se isso ocorrese, Akira Otsubo, que ficou na suplência, assumiria a vaga de deputado federal.

Mas Puccinelli reafirmou nesta manhã que não será assim. "Marun e o Giroto vão continuar deputados, estadual e federal, afinal, eles foram eleitos para isso".

O governador afirmou, também, que quando trouxe Marun para a secretaria, foi um caso isolado. "Fiz isso só com o Marun", afirmou. Quanto a Giroto, na Câmara Federal, foi taxativo. "Ele diz que não vem nem amarrado".

Marun e Giroto devem voltar para suas secretarias até terminar este mandato.

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