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Política

Simone cita primeira vinda com Lula a MS e promete comida mais barata

Ministra disse que inflação ficará sob controle para não prejudicar salários e elevar preços

Por Maristela Brunetto | 12/04/2024 12:22
Ministra disse que equipe econômica se dedica para conter inflação e segurar preço da comida (Fotos: Henrique Kawaminami)
Ministra disse que equipe econômica se dedica para conter inflação e segurar preço da comida (Fotos: Henrique Kawaminami)

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, fez um discurso entusiasmado esta manhã, durante solenidade para marcar o início de exportação de carne à China em unidade da JBS em Campo Grande. Disse que ela e os outros ministros das áreas econômica e de planejamento seguiam determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para combater a inflação para “não comer os salários”, expressão atribuída e ele, e para segurar o preço dos alimentos, prometendo que o arroz e feijão vão ficar mais baratos.

Simone disse que era a primeira oportunidade que ela vinha ao Estado junto com Lula após as eleições, abrindo o discurso com o agradecimento por ter confiado a ela um dos ministérios mais importantes. A ministra apontou que os dois deverão voltar muitas vezes para fazer inaugurações.

Ela revelou que conduz seu trabalho “empurrando um pouquinho de cada lado” para caber tamanhas demandas no orçamento e perseguir uma determinação do presidente, de acabar com a fome.

Simone abraça Lula após discursar em frigorífico (Foto: Henrique Kawaminami)
Simone abraça Lula após discursar em frigorífico (Foto: Henrique Kawaminami)

Sem mencionar autoridades, Simone disse que queria cumprimentar o grupo presente a partir das trabalhadoras do frigorífico, um dos dois da JBS e seis do Estado que foram credenciados pela China em um grupo de 38, dizendo que elas atuavam com alma e tendo consciência de que ajudavam a alimentar o país.

Simone apontou que a população mundial é de 8 bilhões de pessoas e o alimento produzido no Brasil chega a 1 bilhão. Ela seguiu falando que a pandemia colocou o Brasil de volta no mapa da fome, mas já foi possível retirar 13 milhões de pessoas dessa condição, além de mencionar inclusão de 2 milhões de trabalhadores no mercado.

Logística e preços – A ministra também aproveitou o discurso para apontar que a economia sempre esteve voltada às exportações pelo Oceano Atlântico, mas a pujança da produção no Centro-Oeste, e também no Norte e Sul, sinalizaram com a necessidade de novos caminhos para exportar, em busca de melhores preços e competitividade, e destacou a importância da Rota Bioceânica, que deve encurtar caminho com o mercado asiático em cerca de 10 mil quilômetros através de portos chilenos no Oceano Pacífico.

Grupo visitou planta frigorífica credenciada para exportar carne para a China
Grupo visitou planta frigorífica credenciada para exportar carne para a China

Ela diz que a elevação das exportações melhorará o preço da carne e gerará mais empregos no setor e em toda a economia, brincando que o momento seria oportuno para os trabalhadores do frigorífico conseguirem melhores salários. Antes da fala dela, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Carnes e Derivados de Campo Grande, Wilson Gregório, funcionário da unidade, falou, em tom bem-humorado, que estavam em campanha salarial e que o aumento dos lucros poderia gerar um bom reajuste salarial.

Simone ainda repetiu o que seria cobrança do presidente à equipe econômica: trabalhadores com carteira assinada e boa remuneração. O discurso dentro de um frigorífico não podia deixar de incluir a promessa da picanha para o churrasco, feita por Lula na campanha. A carne estará no prato das pessoas, junto com o arroz e o feijão com preços reduzidos, mencionou a ministra.

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