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Saúde e Bem-Estar

Quando o medo do dentista paralisa, a sedação consciente ajuda pacientes

Sem pânico na cadeira: sedação consciente traz alívio para fobia odontológica

Conteúdo de Marca - Dr. Diogo Coelho | 16/03/2026 06:30
Quando o medo do dentista paralisa, a sedação consciente ajuda pacientes
(Foto: Divulgação)

Ir ao dentista ainda é, para muita gente, sinônimo de tensão. Não raro, o medo vem antes mesmo da dor. Basta o cheiro do consultório, o barulho dos instrumentos ou a lembrança de uma experiência ruim na infância para o corpo reagir: mãos suadas, coração acelerado, vontade de desistir antes de sentar na cadeira.

RESUMO

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A sedação consciente tem se tornado uma aliada importante no tratamento odontológico, especialmente para pacientes que sofrem com medo e ansiedade. Diferente da anestesia geral, a técnica mantém a pessoa acordada e capaz de responder a comandos simples, sendo administrada através de óxido nitroso com oxigênio por máscara nasal. O procedimento, que não substitui a anestesia local, beneficia pessoas com fobia de dentista, pacientes que necessitam de procedimentos longos e indivíduos com reflexo de ânsia exacerbado. Em Campo Grande, o cirurgião-dentista Dr. Diogo Coelho utiliza o método para ajudar pacientes a superarem traumas relacionados ao atendimento odontológico.

A odontologia carrega um passado pouco gentil. Durante décadas, o controle da dor e da ansiedade era limitado, e isso deixou marcas em gerações inteiras. Hoje, porém, a conversa é outra. Entre os recursos que têm ajudado pacientes a retomar tratamentos está a chamada sedação consciente, técnica que vem sendo adotada em consultórios para reduzir medo e estresse sem recorrer à anestesia geral.

Em Campo Grande, o cirurgião-dentista Dr. Diogo Coelho utiliza a sedação consciente principalmente em pacientes que chegam relatando fobia ou histórico de traumas relacionados ao atendimento odontológico.

O que é sedação consciente?

Diferentemente da anestesia geral, em que o paciente é completamente sedado e precisa de estrutura hospitalar, a sedação consciente mantém a pessoa acordada. Ela continua capaz de responder a comandos simples, como abrir e fechar a boca, e preserva seus reflexos naturais.

“O paciente não apaga. Ele fica tranquilo, menos ansioso. Muitas vezes até cochila, mas permanece consciente”, explica Diogo.

A sedação não substitui a anestesia local, que continua sendo responsável por bloquear a dor. O papel dela é outro: controlar o medo, reduzir a tensão muscular, estabilizar sintomas como taquicardia e aquela sensação de pânico iminente que impede o início do tratamento.

Quem se beneficia?

O recurso costuma ser indicado para pessoas com fobia de dentista, pacientes que precisam de procedimentos mais longos, indivíduos com reflexo de ânsia exacerbado ou que apresentam ansiedade intensa.

Mais do que facilitar o trabalho clínico, a técnica tem impacto direto na saúde bucal a longo prazo. Quando o medo impede consultas regulares, problemas simples evoluem para quadros mais complexos, infecções, perdas dentárias, necessidade de cirurgias maiores.

Quando o medo do dentista paralisa, a sedação consciente ajuda pacientes

“Tem gente que passa anos adiando o tratamento. Quando consegue fazer a primeira sessão com sedação, percebe que consegue dar conta. Isso muda a relação com o consultório”, afirma o dentista.

Saúde bucal também é saúde mental

Especialistas em saúde apontam que o cuidado odontológico não deve ser tratado como algo à parte do restante do corpo. Infecções bucais podem afetar a saúde geral, e a dor crônica impacta sono, alimentação e autoestima.

Ao reduzir barreiras emocionais, a sedação consciente se insere nesse debate mais amplo sobre bem-estar. Não se trata apenas de um recurso técnico, mas de uma estratégia para ampliar acesso ao cuidado. Para quem carrega traumas antigos, a experiência de sair do consultório sem sofrimento pode ser um ponto de virada.

Mais informações também podem ser conferidas através do site www.refinareodontologia.com.br e no Instagram @refinareodontologia e também no @prof_diogocoelho.

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